A família de Geovani Oliveira Pimentel, de 42 anos, contesta a versão de legítima defesa apresentada pelo autor do homicídio e afirma que o crime foi uma execução. O caso ocorreu na Avenida Ministro João Alberto, local onde, segundo os familiares, aconteceu a segunda e mais grave parte da ocorrência. O caso ocorreu na madrugada desta quinta-feira (1°).
De acordo com o relato de familiares, a motivação do crime teria começado após uma discussão envolvendo cachorros. Cada um dos envolvidos estaria com seu animal quando os cães começaram a brigar, o que gerou um desentendimento entre Giovani e o suspeito, descrito pela família como uma pessoa conhecida na região por causar confusão e morador antigo do bairro.
Ainda segundo a versão da família, após a discussão, o autor teria deixado o local, ido buscar uma arma e retornado, passando pelas imediações da Rua Fátima do Sul, onde teria efetuado o primeiro disparo contra Giovani.
Ferido, Giovanni teria corrido em direção à Avenida Ministro João Alberto, onde o suspeito o alcançou e efetuou mais dois disparos. Um dos tiros teria atingido a costela e, em seguida, já com ele já caído, o autor teria se aproximado e efetuado um disparo na cabeça.
O pai da vítima, de 70 anos, afirmou que rejeita completamente a alegação de legítima defesa.
A família ficou revoltada com o crime. O caso segue sendo investigado.







