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Crime cruel

28/05/2025 11:44

Assassino da esposa e filha deve responder por feminicídio qualificado e destruição de cadáver

Vanessa Eugênia Medeiros e a filha Sophie Eugênia Borges, de 10 meses, foram mortas por estrangulamento em Campo Grande

João Augusto Borges, de 21 anos, vai responder por feminicídio qualificado, por matar menor de 14 anos e destruição de cadáver, pelas mortes da esposa, Vanessa Eugênia Medeiros, de 23 anos, e da filha Sophie Eugênia Borges, de 10 meses, segundo o delegado Rodolfo Daltro, da DHPP (Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa). 

Mesmo bebê, Sophie entra na lista de feminicídio e o genitor responderá pelo crime, em Campo Grande.

Augusto já planejava matar a companheira e a filha e mencionou o plano a uma testemunha que procurou a delegacia e mostrou as conversas como prova.

O plano vinha sendo arquitetado há meses, ou seja, premeditado. Porém, as ideias apresentadas pelo assassino eram tão cruéis, que a testemunha não acreditava que ele poderia cometer tamanha atrocidade, principalmente com a filha bebê.

Em depoimento na delegacia, João confessou que matou, pois não queria pagar pensão ao término do relacionamento. Ele ainda citou uma "influência" de uma mulher no trabalho, mas a testemunha a quem ele contava o plano era, na verdade, um amigo.

A testemunha ainda frisou no depoimento que João pretendia, inicialmente, esfaqueá-las, mas mudou de ideia durante os últimos dias e foi para o ato de esganadura e enforcamento.

Essa testemunha, inclusive, apresentou uma mensagem para os policiais, onde dizia que João pretendia queimar logo os corpos, pois eles teriam começado a exalar mau cheiro.

Ao confessar o crime, João demonstrou total frieza ao relatar que "se livrou de um problema" e estava mais aliviado.

A crueldade, inclusive, atingiu também os policiais civis que faziam o interrogatório e estavam na sala no momento da confissão e tiveram que parar por diversas vezes o depoimento, pois os detalhes foram considerados pesados e cruéis.

"Eu tenho 11 anos de polícia, havia um policial ali na sala, com 22 anos, repito que tivemos que parar. Há certo momento que eu paro, eu como pai, e eles também, os outros policiais que estavam na sala, de tamanha brutalidade e tamanha frieza em relatar, dizer que, como um ator, assim, são detalhes muito grotescos", comentou o delegado.

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

 

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