Um bebê, de um ano, morreu no HRMS (Hospital Regional de Mato Grosso do Sul), em Campo Grande. A criança era de Dourados e estava internada por suspeita de Hepatite ‘misteriosa’.
O caso era monitorado Sesau (Secretaria Municipal de Saúde), já que estava hospitalizada na Capital.
Segundo o site Ligado na Notícia, a secretaria informou que a hepatite aguda já foi descartada, e ainda não há confirmação sobre o que de fato causou a morte da criança.
O Ministério da Saúde analisou o caso e concluiu que o quadro do bebê não correspondia às definições da hepatite 'misteriosa'.
Além deste, outros dois casos de crianças e adolescentes que estavam com suspeita de infecção da hepatite 'misteriosa' também foram descartados na Capital. Estes tiveram exames positivos para dengue.
Outro caso segue em investigação. Um adolescente de 14 anos está internado no Hospital Regional, com suspeita de Hepatite ‘misteriosa’.
A SES (Secretaria de Estado de Saúde) informou que outro caso de criança, internada em Ponta Porã, está sob investigação.
Os exames colhidos em Campo Grande são encaminhados inicialmente para o Lacen (Laboratório Central) e depois enviados ao laboratório da Fiocruz, no Rio de Janeiro.
O que fazer em casos de suspeita de hepatite?
Pais e responsáveis devem estar atentos aos sinais de hepatite e procurar um hospital imediatamente caso estejam em dúvida. As crianças com sintomas de uma infecção gastrointestinal, incluindo vômitos e diarreia, devem ficar em casa e não retornar à escola ou creche até 48 horas após os sintomas terem parado.
Os sintomas são: urina escura, fezes pálidas ou cinzas, coceira na pele, olhos e pele amarelados (icterícia), dores musculares e nas articulações, temperatura alta, enjoo e náuseas, cansaço fora do normal, perda de apetite e dor de barriga.







