Luiz Jonies da Silva, cadeirante, morador da Vila Nogueira, em Campo Grande, procurou a equipe do TopMídiaNews para denunciar o aumento de furtos residenciais e da sensação de insegurança causada pela falta de rondas e de atendimento efetivo. Relatou uma série de arrombamentos e as dificuldades para ás vítimas registrar ocorrências.
O Luiz, contou que os criminosos não chegaram a agredir ninguém — “eles só furtaram e foram embora” — mas deixaram a família sem condições de sair de casa. “Fica isso porque o bandido tem razão e um cidadão de bem igual agora tem ficado aqui dentro de casa 24 horas, você não consegue sair”, afirmou, descrevendo portas e cadeados arrombados e o receio de deixar o imóvel desprotegido.
A vítima, que é cadeirante, contou também que foi orientado pela delegacia a apresentar notas fiscais de todos os itens levados para que o boletim de ocorrência fosse registrado. Segundo ele, muitos objetos são de difícil comprovação: alimentos já abertos, presentes sem nota, ferramentas emprestadas cuja nota está com terceiros em outra cidade. “Eu não tenho nota de nada, então… impossível de prestar”, disse.
O morador afirma que, apesar de pedidos por maior presença policial, as rondas são esporádicas e consideradas insuficientes para inibir a criminalidade.
Até a publicação desta matéria, a Polícia Militar e a Polícia Civil não haviam se manifestado oficialmente sobre as reclamações.







