A Câmara de Dirigentes Lojistas de Campo Grande e a Federação de Câmaras de Dirigentes Lojistas de Mato Grosso do Sul repudiaram, nesta quarta-feira (1º), a alta nas contas de luz, posta em prática pela Energisa.
''Mais uma vez o varejo é penalizado'', lamentaram as entidades que representam o comércio varejista.
Ainda segundo a Câmara, o reajuste médio de 6,9% aos consumidores de MS vem em um momento de crise por causa da covid-19.
''... [além] da falta de apoio governamental, ainda temos que arcar com altos custos de serviços que chegam com qualidade inferior'', criticou em nota.
As instituições seguem com as críticas, alegando que o aumento causará impacto negativo na economia.
''Nosso Estado não pode continuar a mercê dessa política absurda e retrógrada, que privilegia uma concessionária de serviços públicos...castigando o setor produtivo''.
Resposta
A Energisa reiterou que o reajuste é previsto em contrato e foi autorizado pela agência que regula o setor elétrico no país. Destacou ainda que, os maiores componentes do reajuste, como a compra e distribuição da energia, não tem relação com a empresa.
A concessionária informou que propôs condições especiais de parcelamento para clientes com as faturas em atraso. Pequenos consumidores, entre eles, pequenos comércios, poderão negociar novamente o débito, com entradas facilitadas e mais opções de parcelamento.








