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Campo Grande

há 4 meses

Clube contesta versão de idosa e diz que 'não há comprovação de agressão'

Defesa afirma que contenção foi feita por cliente, não por funcionária

Por meio de nota enviada à reportagem, o clube localizado no Bairro Tijuca, em Campo Grande, onde uma idosa teria sido agredida e sofrido importunação sexual, contestou a versão da suposta vítima. Segundo a advogada que representa o estabelecimento, Lucimar Galdino da Silva, “não houve conduta da funcionária”. 

Na nota, a defesa indica que o caso ainda está sendo investigado pela Polícia Civil, e que não há um laudo pericial acessível para a defesa ou uma testemunha independente que confirme a versão da idosa. 

Segundo a filha, a mãe estava no baile quando foi surpreendida por um homem que colocou a mão em suas partes íntimas. "Um homem pegou nas partes íntimas dela lá dentro e o responsável não fez nada a respeito. E ainda levaram meu padrasto, que tentou defender ela, jogaram ele no chão. Depois minha mãe foi arrastada por uma funcionária pelo cabelo e jogada lá fora", contou.

Entretanto, a defesa indica que a própria idosa teria começado uma confusão no estabelecimento, e foi contida por uma cliente, e não funcionária, como havia afirmado a família. “O tumulto se instaurou quando a Srª, em estado de exaltação, passou a derrubar mesas e cadeiras, atingindo inclusive uma cliente que é profissional de segurança (não empregada do clube). Essa cliente realizou contenção moderada e auxiliou na retirada da Srª para preservar a integridade dos demais presentes. Os relatos e documentos oficiais apontam que a contenção foi realizada por cliente não vinculada ao clube”, explicou a advogada. 

Em relação ao caso de importunação sexual, a representante disse que o crime foi praticado por um frequentador, que foi preso em flagrante pela Polícia Militar e conduzido à DEAM (Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher)

“O clube opera há mais de 13 anos, com público majoritariamente idoso, sem histórico de agressões a clientes. Há protocolos internos priorizando o diálogo e a mediação de conflitos. Após os fatos, houve transmissões ao vivo e manifestações em redes sociais com afirmações gravosas contra o clube, inclusive perturbações em residência de colaboradora, já preservadas para medidas cíveis e criminais”, finaliza. 

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