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Campo Grande

Agentes fazem protesto em frente ao Paço, mas prefeito diz não reconhecer legitimidade de sindicato

Agentes de saúde e combate a endemias da Capital manifestaram no Paço pedidos por menor carga horária e reajustes

03 março 2017 - 14h28Por Amanda Amaral

Grande, para cobrar série de promessas que se arrastam de gestão em gestão. Os agentes comunitários de saúde e agentes de combate a endemias chegaram a ser recebidos pelo prefeito Marquinhos Trad (PSD) nesta sexta-feira (3), que teria afirmado não reconhecer legitimidade do sindicato que os representa.

A entidade é o Sisem (Sindicato dos Servidores Municipais), que, conforme a agente Débora Alves, foi procurada para fortalecer apoio ao agora chefe do executivo durante campanha em 2016. "É curioso que agora ele nos trate com esse desdém, se ele conversou com a gente por diversas vezes antes e até no início do mandato. Foi completamente frio, dizendo que só se comunica por uma comissão 'x', que nem temos conhecimento de quem faz parte dela", relata.

(Foto: Repórter Top)

A conversa no gabinete com mais três trabalhadores não teria durado mais que cinco minutos. Foi solicitado aos presentes que dessem seus nomes, o que a servidora diz ser uma tentativa de 'intimidar' quem participa dos protestos, que devem continuar quinzenalmente.

Antes mesmo de ser realizada a primeira manifestação contra a atual administração, o prefeito se antecipou e concedeu gratificação de incentivo à produtividade, no valor de R$ 1.014,00, para os agentes de combate às endemias. O decreto foi publicado em edição extra do diário oficial de quarta-feira (1º).

Reivindicações

Cerca de 1.800 agentes comunitários de saúde e de combate a endemias pedem para que seja atendida uma série de reivindicações das classes. Entre as principais demandas dos servidores municipais, está a volta da jornada de 30 horas semanais. Hoje, são feitas oito horas ao dia, o que teria aumentado problemas de saúde nos trabalhadores, que atuam boa parte do dia sob o sol forte.

Outros pedidos são o aumento dos pagamentos de produtividade, aumento dos salários acima da inflação, repasse desses valores retroativos e o pagamento da bolsa alimentação sem cortes, quando se está de atestado ou em período de férias.