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Campo Grande

Com comércios e serviços, Rua Pontalina vira novo 'point' de Campo Grande

Local tem lanchonetes e restaurantes, pet shop, e até ateliê de costura mesmo sendo uma região considerada ‘periférica’

01 junho 2019 - 15h15Por Nathalia Pelzl

Com o crescimento acelerado da cidade e a correria do dia a dia, comer fora muitas vezes acaba sendo um alívio no fim do dia e ter opções para outros serviços, pode ser o essencial na hora de escolher o local. Seguindo todos esses critérios a Rua Pontalina, localizada no bairro Universitário, não deixa nada a desejar.

Quem passa por ali tem acesso a lanchonetes e restaurantes, além de conveniências, pet shop, academias, lojas de roupas, tabacaria, ateliê de costura e infinitas possibilidades, mesmo sendo uma região considerada ‘periférica’, o espaço não deixa nada a desejar e caminha para se tornar um corredor gastronômico.

Matheus Mansur é gerente de uma tradicional pizzaria e choperia da região, o estabelecimento já tem 10 anos, ele conta sobre o movimento no local.

(Foto: Wesley Ortiz)

“Dia de semana chega a passar 200 pessoas por dia, já no final de semana uma média de 500 pessoas, ai é certeza de ter fila. Estamos aqui há 10 anos, começou devagar ai foi crescendo. E o melhor é que a galera vem de todos os cantos da Cidade para conhecer, até mesmo dos bairros mais afastados, como Aeroporto. Temos uma média de 34 a 40 funcionários, o pessoal gosta, pois temos comida de qualidade e bom atendimento, além do preço acessível”, ressalta.

E como tudo na vida, um vai ajudando o outro é nisso que o comerciante Luiz Armando, de 46 anos, acredita. Ele tem uma conveniência ao lado da pizzaria e choperia, e reforça que enquanto os clientes aguardam para entrar no local, costumam consumir na sua conveniência.


(Foto: Wesley Ortiz)

“Começamos aqui um ano antes deles, estamos com 11 anos aqui, antes era uma lojinha de R$1,99, depois mudamos para conveniência. O movimento da pizzaria ajuda bastante, enquanto os clientes aguardam na fila vem , compram cerveja, água ou refrigerante”, comenta.

Atualmente, ele trabalha com a esposa e a filha, e garante que a renda dali dá para viver bem. Para o comerciante a rua é completa, tendo até mesmo lotérica, sorveteria e caixa 24h.

“A única coisa que não tem e precisa é um banco, temos apenas caixa 24horas”.

Andreia Estácio de Souza, de 42 anos, é moradora do bairro e por isso decidiu montar seu comércio ali há cinco anos. Ela conta que o movimento caiu em dois anos.

(Foto: Wesley Ortiz)

“Há dois anos era muito mais movimentado e melhor, de lá pra cá diminuiu muito. Aqui eu pago aluguel, só consigo manter o preço, perdendo um pouco, ao invés de ter um lucro de 70%, agora tenho um lucro de 50%”, revela a comerciante e dona da loja de roupas com preços de R$15 a R$75.

Campo de oportunidades é possível encontrar no local um ateliê de costura, comandado por mãe e filha. A ideia surgiu de Adeilze Amorim, de 45 anos, há dois anos e meio.  Costureira desde os 16 anos, ela reforça que aprendeu o oficio devido à necessidade.

Questionado sobre a procura para conserto de roupas ela garante: o campo-grandense gosta de consertar antes de descartar.

(Foto: Wesley Ortiz)

“O conserto ele é assim, geralmente você conserta o que você gosta. E o campo-grandense ele tem um apreço por consertar e ajeitar as roupas para que ela fique mais alinhada ao corpo. Todo dia tenho cliente novo, além dos fixos. Tudo tem conserto, depende da boa vontade e da aceitação do cliente”, revela.

Sobre a escolha do ponto, a empresária garante que visitou vários lugares, mas acabou optando pelo bairro Universitário, em especial na Rua Pontalina, por ter tudo ali.

“Fui a vários lugares, aqui me chamou atenção por ser quase um centro da cidade. Não preciso ir lá pra resolver alguma coisa, aqui tem coisa pra comer, pet shop, aviamento, chaveiro, se eu precisar consertar um celular tem também, médio tem laboratório. Tudo aqui”, finaliza.