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Campo Grande

29/12/2022 16:01

Coordenador do Guanandizão se diz surpreso com acusações, mas afirma que vai tomar medidas legais

Visivelmente abalado, André afirma que vai se defender e buscar a verdade

Após a publicação de matéria a respeito de uma denúncia que envolvia seu nome, o coordenador responsável pelo ginásio do Guanandizão, André Chita, rebateu acusações sobre o trabalho em Campo Grande. Em conversa com o TopMídiaNews, no início da tarde desta quinta-feira (29), o servidor negou as acusações feitas contra ele e se declarou abalado. 

À reportagem, André afirmou que se surpreendeu com a denúncia, pois mantém uma relação de trabalho bastante amistosa com seus subordinados e que dois deles chegaram a ligar para ele, igualmente surpresos com as declarações do denunciante.

"Mas o que mais me dói, mesmo, é o fato de o meu filho me ligar falando 'pai, você humilha funcionários?'", conta André. 

Ele salienta, ainda, que tem capacitação para o cargo que exerce, que trata a todos com urbanidade e, bastante abalado e emocionado, ao telefone, se disse entristecido com toda a situação. "O que está me agoniando é ter que dar satisfações de uma situação onde meu nome está exposto dessa forma. Eu corro o risco de perder meu emprego! A prefeita (Adriane Lopes) é uma pessoa ilibada e que sabe do meu trabalho. Eu 'pilotei' lá, com a equipe, oito eventos nacionais. O Guanandizão foi a instituição que mais vaicnou pessoas contra a covid, proporcionalmente, em relação à população da cidade: foram 133 mil pessoas vacinadas em sete meses, e sem ter uma única intercorrência."

"Se você puder, vá com a sua equipe até lá, de surpresa, e pergunte a quem você quiser a meu respeito... Eu fui faxineiro no guanandizão há 30 anos, e hoje eu volto com duas pós-graduações, curso de gestão em Dubai, pode ir lá e perguntar para todo mundo quem sou eu. Eu estou muito abalado, e o que mais me machucou é o meu filho me ligar me perguntando se eu humilho funcionários", afirma Chita.

O coordenador se lembra de dificuldade de lidar com um funcionário, em específico, entre toda a equipe e, acredita que toda a história possa ter sido iniciada por ele como uma forma de retaliação.

André afirma, ainda, que comanda uma equipe de 20 pessoas, que sempre se guiou por princípios éticos, que prefere não apontar nomes, mas que vai averiguar a história e vai tomar medidas legais até chegar à pessoa que fez as acusações, a fim de comprovar a verdade.

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