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Campo Grande

21/08/2025 18:11

Esposa de cantor sertanejo é suspeita de lavar dinheiro para PCC em MS

Investigada é ex-esposa do braço direito do traficante Marcola

Jaqueline Maria Afonso Amaral, esposa do cantor sertanejo Diego, da dupla sertaneja Henrique e Diego, é suspeita de ter recebido mais de R$ 3 milhões para lavar dinheiro para o PCC (Primeiro Comando da Capital). Ela foi alvo de busca e apreensão da Polícia Federal na manhã desta quarta-feira (21), durante a operação ‘Fruto Envenenado’. 

Segundo a PF, ela teria recebido o montante entre os anos de 2018 a 2022, que utilizava para “sustentar uma vida de luxo”, conforme investigações. Para ocultar a origem ilícita dos bens, ela utilizava contas bancárias e nomes de parentes e amigos próximos. 

As equipes da polícia realizaram o cumprimento de ordens judiciais em uma residência na Vila Nhanhá e em um condomínio de luxo na saída para Três Lagoas. Durante as buscas, foram apreendidos aparelhos celulares, munições e veículos.

A ação ainda cumpriu mais três mandados de busca e apreensão e bloqueou mais de R$2,7 milhões da facção.

Jaqueline é ex-esposa de Júlio César Guedes de Moraes, o Julinho Carambola, um dos mais proeminentes líderes da facção criminosa, apontado como o segundo da hierarquia, e braço direito de Marcola.

A defesa da mulher emitiu nota oficial, e disse que a suspeita recebeu “com surpresa” as diligências de busca e apreensão, reiterando que ela não possui mais contato com o ex-marido, e que não teria “nada a esconder das autoridades”. 

“Mantém atividade empresarial lícita e regular, não tendo nada a esconder de autoridades, colocando-se à disposição para prestar os esclarecimentos necessários. Neste sentido, inclusive, entregou seu telefone celular, fornecendo senha de acesso, considerando que nada há de ilícito no seu conteúdo, em atitude plenamente colaborativa”.

Adendo: Em nota, encaminhada ao TopMídiaNews neste sábado (23), a defesa de Jaqueline informou que ela não é responsável por agenciar a dupla sertaneja, informação retificada no texto.

Também declarou que a investigada não tem ligação com o PCC e que a informação que recebeu R$ 3 milhões para lavagem de dinheiro para o crime é falsa, enfatizando que o inquérito tramita em sigilo. 

"O que realmente consta do processo (e não é isso) não pode ser divulgado, pelo segredo de justiça, pena de cometimento de crime, porém não há qualquer suspeita ou acusação de teria recebido tal quantia de origem criminosa, sendo a investigação orientada em outros elementos", diz.

* Texto editado às 17h10 de 23/8

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