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Campo Grande

há 5 meses

Estudante flagra assédio dentro do campus da UFMS de Campo Grande (vídeo)

Jovem ainda alega que não houve o atendimento esperado na delegacia

Uma estudante de audiovisual da UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul) de Campo Grande flagrou um homem se masturbando ao ar livre, na noite desta segunda-feira (25). Nas redes sociais, a jovem denunciou ter sido assediada pelo suspeito e filmou a situação, ocorrida na Concha Acústica, local onde há apresentações culturais da instituição. 

A estudante de audiovisual Alice Jardim Neves Ferro, de 25 anos, publicou o vídeo nas redes sociais, com o alerta para outros estudantes.“Pessoal, sofri um assédio na Concha da UFMS, por volta das 21h. Estava sozinha e ele chegou e começou a falar coisas pejorativas [...]. Gostaria de compartilhar o vídeo para circular a cara do desgraçado e para ficar como alerta”, postou a estudante. 

Nas imagens, ao perceber que a vítima estava gravando a situação, o homem vestiu as calças e se afastou rapidamente. Conforme informações de um grupo de estudantes da universidade, é a segunda vez no mesmo dia que o suspeito é filmado na mesma situação. 

Segundo a estudante, o homem se aproximou, com convites sexuais. Assustada, ela fingiu estar no telefone, e se afastou, mas voltou para filmar o rosto do suspeito. Na gravação, a jovem saiu correndo em direção ao auditório da UFMS, onde conseguiu chamar os guardas do local. 

Enquanto a equipe fazia rondas, cerca de dez pessoas em um ponto de ônibus, dentro da própria universidade, viram novamente o homem se masturbando em público. Alice, amigos e os guardas da UFMS acionaram a Polícia Militar e detiveram o suspeito até a chegada da polícia. Entretanto, a jovem reclama do atendimento na DEAM (Delegacia de Atendimento à Mulher).


“O delegado que me atendeu quase não fez nenhuma pergunta, não viu o vídeo que eu fiz. Quando me liberaram, o assediador foi liberado junto, o delegado disse que eles não podem fazer nada, que só prende quando há estupro comprovado”, denuncia. 

A reportagem tentou contato com a UFMS, mas até o fechamento da matéria não houve resposta. O espaço segue aberto.

 

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