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Campo Grande

Festa com som automotivo tira o sono e a paz de moradores do Jardim Bálsamo

Salão é alugado para festas durante a semana e o som costuma ser alto durante a noite toda

26 junho 2022 - 07h00Por Elizeu Ribeiro

Moradores do Jardim Bálsamo, em Campo Grande, já não sabem mais o que fazer com o barulho ensurdecedor promovido por jovens que se reúnem em um estabelecimento localizado na avenida Marajoara.

Segundo moradores, o salão foi construído para atender festas, casamento e aniversários, mas com as ausências desses eventos, a proprietária passou a alugar o salão para jovens fazer apresentações de som automotivo, o que tem causado irritação nos moradores da região.

"Eles ligam o som numa altura insuportável e a gente não consegue sequer assistir uma TV. Aqui na região também há pessoas doentes, idosos, que são prejudicadas por conta do barulho exagerado dos aparelhos", explica um dos moradores.

Às vezes, os jovens alugam o salão até durante a semana. A algazarra costuma iniciar no final da tarde e, em alguns casos, vai até o amanhecer. O som desrespeita a lei do silêncio, que prevê a redução do volume após às 22h.

Alguns moradores relataram que já tentaram conversar com os jovens, que na maioria são menores de idade, entre 15 a 17 anos. 
"Tentei conversar e até pedir por favor, mas eles não dão a mínima. Ali eles entram para o interior do salão, trancam o portão e continuam com a bagunça", disse outro morador.

Eles relatam, também, que já foram na delegacia e registraram boletim de ocorrência. A Polícia já foi algumas vezes no local, mas segundo os populares, quando os policiais chegam, eles abaixam o som e retomam a bagunça assim que a viatura vai embora.

"A gente trabalha a semana inteira e chega fim de semana, queremos descansar. Mas como descansar? Um som grave ligado no último, as casas chegam até estremecer devido ao barulho. Precisamos que alguém tome providências, seja a polícia, prefeitura. Que alguma coisa seja feita, pois queremos apenas o nosso sossego novamente", disse o morador indignado.

Segundo os denunciantes, no estabelecimento não há número de identificação e não há nome, apenas uma fachada escura.