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Campo Grande

Mais de 6 mil leituristas de MS viveram situações de risco com cães em maio

Mais da metade dos casos foram em Campo Grande

27 junho 2022 - 17h13Por Nathalia Pelzl

Em maio deste ano, a Energisa teve 8.524 notificações de segurança e saúde do trabalho envolvendo os profissionais leituristas, destas 6.355 foram de cães violentos, mais de metade na Capital, 3.814 casos. 

É muito importante que quem cuida, procure alternativas para ajudar o seu “amigo de quatro patas”, uma avaliação de um veterinário pode encontrar explicação e uma solução que justifique, como alguma perturbação neurológica. 

Se não houver nenhum problema biológico, é possível que um especialista em comportamento animal possa ajudar a melhorar a vida do bichinho e de quem convive com ele.  

Segundo a médica veterinária comportamentalista, Carol Finkler, não se deve ignorar esse problema e esperar que o cãozinho mude de comportamento sozinho, isso pode trazer riscos, se o animal não for tratado, ele pode ficar mais violento, se machucar e ferir quem divide espaço com ele. Ele precisa de apoio para descobrir novas formas de se relacionar com todos ao seu redor. 

“Existem diversas causas para um cachorro se tornar agressivo, falta de socialização, treinamentos inadequados, traumas, e tudo isso interfere diretamente na qualidade de vida dele e como ele pode se comportar com humanos e outros animais também”, ressaltou.  

Os profissionais da Energisa recebem treinamento para evitar o ataque de cães, mas é preciso que os clientes também façam sua parte. 

“O bem-estar e segurança dos nossos leituristas estão em primeiro lugar e com isso investimentos em capacitações e treinamentos para que eles saibam se defender, em caso de ataque. Mas para evitar essas situações é preciso que o cliente também faça a parte dele. Uma das dicas é ficar atento à data da leitura, informação que sempre aparece na conta do mês anterior, e neste dia deixar o cão preso ou evitar que o animal escape”, destaca Jonas Ortiz, coordenador comercial da Energisa em Mato Grosso do Sul. 

Como ajudar o cãozinho e o leiturista?  

•             Independentemente do tamanho ou temperamento do seu cão mantenha- o em local seguro para ele e para os outros.  

•             Mantenha o padrão de energia e a caixa de correio em uma posição que evite o contato do animal com os profissionais de leitura e de entrega.  

•             Sinalize a presença de animais com placa, por exemplo “Cão Bravo”. Isso ajuda a alertar quem chega à sua casa.