O prefeito Marquinhos Trad (PSD) desembarca em Brasília nesta sexta-feira (12), para assinar o contrato com o BID (Banco Internacional do Desenvolvimento), no valor de US$ 56 milhões, que dará início do projeto Reviva Centro na Capital.
Marquinhos cumpre agenda acompanhado do secretário de Governo e Relações Exteriores Antônio Cézar Lacerda e da diretora-executiva de Planejamento e Gestão Estratégica Catiana Sabadin. O contrato será assinado às 11 horas.
O Reviva Centro prevê a revitalização do centro de Campo Grande, a partir do embutimento da fiação, ampliação das calçadas, criações de áreas de lazer e reordenamento do trânsito próximo da Rua 14 de Julho, uma das mais antigas e tradicionais da cidade.
A proposta foi elaborada há 9 anos, apresentada ao governo federal e ao BID, mas a tramitação sofreu vários atrasos em função das trocas no comando da prefeitura ao longo do tempo e também das exigências feitas pelo governo para a liberação do empréstimo.
Revitalização
O chamado embutimento dos fios da Rua 14 de Julho – a fiação passará a ser subterrânea – será o marco inicial das diversas ações previstas no Reviva Centro. O primeiro trecho contemplará o trecho da via que vai da Rua 7 de setembro a Avenida Mato Grosso. Entre os principais pontos do projeto está prevista a redução no tráfego de veículos para duas faixas e a retirada da circulação de ônibus pela rua, além do retorno do relógio histórico para a esquina da 14 com a Afonso Pena. A medida possibilitará ampliar as calçadas de 3 para 4,2 metros, com recuos para embarque e desembarque de passageiros e cargas. Serão implantadas também áreas de descanso com bancos, árvores e painéis que garantirão o conforto de pedestres contra as altas temperaturas.
Os recursos serão investidos também na requalificação dos passeios públicos no entorno do Marcado Municipal, Horto Florestal, Morada dos Baís e o Camelódromo, integrando-os à Orla Ferroviária e a 14 de Julho.
O Reviva Centro engloba também um projeto piloto de habitação, que pode absorver R$ 40 milhões para um complexo multiuso, que envolve comercio, serviço e habitação de toda a região central. A ideia é construir de 350 a 400 unidades habitacionais, através de parcerias público-privadas.








