Max Freitas deixou o cargo de diretor-presidente da Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul (FCMS). A oficialização foi feita por meio de carta assinada por ele e divulgada nesta segunda-feira (19).
Max foi nomeado pelo governador Eduardo Riedel (PSDB), em 10 de janeiro após ter saído da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo de Campo Grande.
"Sim, hoje deixo a Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul, todos que trabalham comigo há um tempo, já me escutou falar, que no dia que você acordar, e reclamar ou não ter vontade de ir trabalhar, e não estiver feliz com você mesmo quanto ao seu trabalho, significa que chegou a hora de mudar!", disse ele ao início da carta.
Max informou que o seu ano iniciou pesado após o agravamento da saúde de sua mãe em novembro do ano passado e o falecimento dela em 10 de março.
Ele ainda informou que houve "algumas ações administrativas que não é de meu perfil, algo novo, totalmente diferente da minha passagem pela Diretoria da Fundação de Cultura em 2019 e meados de 2020! Governo, novo, gestão nova e administração nova, algo que não soube acompanhar, ou talvez que realmente não concordava e não quiz acompanhar".
Ele agradeceu ao governador e equipe na carta de despedida, além de informar as ações que realizou a frente da pasta nos 5 meses e 10 dias.
Quem assume a pasta é Marcelo Miranda.







