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Campo Grande

há 1 mês

Mesmo com ação judicial, paciente com fraturas aguarda há 17 dias por cirurgia na Santa Casa (vídeo)

Anderson está com fratura exposta, clavícula quebrada e mesmo assim não tem previsão para operar no hospital

Há 17 dias internado na Santa Casa de Campo Grande, Anderson Barros da Silva, de 34 anos, mesmo em posse de uma ordem judicial, não consegue passar por cirurgias no hospital. O homem se acidentou no dia 17 de dezembro e sofreu múltiplas fraturas e precisa passar por procedimento de urgência.

O drama de Anderson começou quando ele sofreu um acidente grave e foi socorrido com fraturas expostas, clavícula quebrada e outros ferimentos significativos. Ele foi imediatamente levado à Santa Casa, onde permaneceu internado aguardando a cirurgia. No entanto, o que era para ser um atendimento emergencial se transformou em uma espera angustiante. Anderson foi colocado em jejum várias vezes ao longo dos dias, com a promessa de uma cirurgia que nunca se concretizou.

A situação piorou ainda mais quando a família recebeu informações conflitantes da equipe médica e da administração do hospital. Mesmo com a ordem judicial emitida pela Defensoria Pública para que ele fosse atendido em até cinco dias, o prazo foi ignorado. A Santa Casa não deu explicações satisfatórias sobre os cancelamentos das cirurgias e a falta de um atendimento adequado.

"Meu irmão está sendo tratado como se não fosse gente. Ele está lá, sem atendimento, sem visita médica, sem qualquer explicação. O que ele precisa é de uma cirurgia urgente, mas ninguém faz nada", desabafa a Silvana Barros da Silva, irmã de Anderson.

Silvana relatou que o irmão não recebeu nem mesmo uma avaliação médica desde que foi transferido para um novo setor do hospital. "Os médicos já voltaram das greves, mas não aparecem. Ele não vê ninguém. O nome deles está na parede, mas é só isso. Nenhuma explicação, nenhum atendimento", continua.

O sofrimento de Anderson é evidente, o paciente, hipertenso, também corre risco de infecção devido ao uso inadequado de acesso intravenoso, com o sangue acumulado no soro e medicação aplicada por cima dele.

A família de Anderson já recorreu ao SAC da Santa Casa, mas afirma que não obteve respostas. "Toda vez que ligamos, a única coisa que nos falam é que não há previsão de cirurgia. Já fomos várias vezes na Santa Casa e na Defensoria Pública, mas ninguém resolve nada", reclama a irmã do paciente.

"Estamos sendo tratados com total descaso. Não sabemos mais o que fazer", conclui.

A reportagem entrou em contato com a Santa Casa, mas não houve resposta até o fechamento da matéria.

 

 

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