O MPMS (Ministério Público de Mato Grosso do Sul) arquivou o inquérito policial que apurava uma suposta agressão de um pai contra a própria filha, em Campo Grande. Conforme a promotoria, não foram encontrados elementos suficientes para caracterizar excesso doloso por parte do pai.
Segundo o promotor de Justiça Celso Antonio Botelho de Carvalho, mesmo a versão apresentada pela mãe da criança não permite concluir que o investigado tenha se excedido intencionalmente na correção da filha. De acordo com os autos, o episódio teria ocorrido em um contexto de discussão entre os pais, situação que deixou a criança nervosa, fazendo a menina gritar por não gostar de presenciar o conflito.
Na decisão, o Ministério Público também considerou que o ajuizamento de uma eventual ação penal não contribuiria para o esclarecimento dos fatos, uma vez que as provas reunidas durante a investigação seriam reproduzidas em juízo sem acréscimo de novos elementos.
A decisão foi tomada pela 68ª Promotoria de Justiça da comarca, que requereu o arquivamento do inquérito por falta de justa causa.







