Moradores ainda estão aterrorizados com a briga generalizada ocorrida na madrugada deste sábado (13), em uma tabacaria localizada na Avenida Vaz de Caminha, no bairro Jardim Noroeste, em Campo Grande. O incidente causou grande tumulto e até policiais militares foram hostilizados e tiveram a viatura danificada ao ir no local para conter a situação.
De acordo com populares, o local é frequentado, em sua maioria, por adolescentes com idades entre 15 e 17 anos. Eles são apontados como responsáveis por grande parte da bagunça e confusão no ambiente.
Segundo testemunhas, o local frequentemente se torna palco de algazarras, com barulho excessivo, gritaria e até mesmo exibição de manobras perigosas, que têm assustado os moradores da região.
“A maioria desses baderneiros são adolescentes de 15, 16, 17 anos. Pouquíssimas pessoas têm mais de 18, a grande maioria é menor de idade”, afirmou uma testemunha que preferiu não ser identificada.
A reportagem procurou a administração do local, através das redes sociais, mas não obteve sucesso. O espaço fica aberto para posicionamento.
Confusão
Uma briga generalizada mobilizou a Polícia Militar durante a madrugada, no bairro Jardim Noroeste, em Campo Grande. Durante a ação, os policiais foram recebidos com garrafadas e tijoladas, e uma viatura acabou danificada.
Segundo o boletim de ocorrência, a equipe policial se deslocava para atender a uma denúncia de violência doméstica na Rua Indianápolis, quando se deparou com uma confusão em frente a uma tabacaria, localizada na Avenida Vaz de Caminha.
No local, cerca de 70 pessoas estavam aglomeradas, e muitas delas envolvidas em agressões físicas no interior do estabelecimento. Garrafas quebradas foram encontradas no chão, e várias pessoas do lado de fora pediam ajuda.
Para conter a situação, os policiais utilizaram spray de pimenta com o objetivo de dispersar os envolvidos. No entanto, a ação gerou reação de parte dos indivíduos presentes, que começaram a lançar garrafas e tijolos contra os agentes.
Durante o tumulto, a viatura foi atingida por um objeto ainda não identificado, que quebrou o para-brisa dianteiro do veículo. Diante da escalada da violência, a equipe foi obrigada a utilizar munição de elastômero (balas de borracha) para controlar a multidão e evitar ferimentos mais graves.
Não foi possível identificar os autores do ataque à viatura, e até o momento, ninguém foi preso. O caso foi registrado em boletim de ocorrência e encaminhado à autoridade competente para as devidas providências.







