Janaína Costa de Santana teve sua motocicleta furtada em plena luz do dia, por volta das 15h42, em frente ao seu local de trabalho, na terça-feira (13), na Rua Doutor Paulo Machado, em Campo Grande. Dois homens foram os responsáveis pelo furto.
A motocicleta furtada é uma Honda Fan azul, ano 2025/160, adquirida em fevereiro do ano passado. Janaína informou que registrou boletim de ocorrência e procurou a Delegacia Especializada de Repressão a Furtos e Roubos de Veículos (Defurv) para entregar imagens de câmeras de segurança. No entanto, segundo ela, as gravações disponíveis não permitem identificar claramente os suspeitos nem a placa da moto utilizada no crime.
Janaína relatou que estacionou a motocicleta em frente ao local de trabalho por volta das 8h da manhã, já que os funcionários não podem utilizar o estacionamento destinado aos clientes. Ao sair para almoçar, por volta das 14h30, a moto ainda estava no local.
No entanto, ao sair novamente por volta das 17h, Janaína percebeu que o veículo havia sido furtado. Imagens de câmeras de segurança mostram que dois homens, em uma moto vermelha, levaram a motocicleta em cerca de dois minutos. Segundo o relato, havia bastante movimentação na rua no momento do crime, já que o local fica próximo a um sinaleiro.
A proprietária contou que chegou a questionar pessoas que estavam na rua, mas ouviu que muitos acreditaram que os suspeitos eram os donos da moto. Ela destacou que o furto aconteceu à luz do dia.
Desde a divulgação do caso, Janaína afirma ter recebido mais de 45 ligações em três dias, a maioria de homens tentando aplicar golpes. Ela explicou que, ao divulgar imagens da moto com a placa, acabou informando o número de telefone pessoal, o que facilitou a ação dos golpistas.
De acordo com o relato, os criminosos afirmavam ter acesso a dados da motocicleta, como o número do chassi, e exigiam valores que variavam entre R$ 1.500 e R$ 3.000 para supostamente devolver o veículo, indicando locais onde ele seria deixado. Janaína disse que chegou a atender algumas ligações para entender como o golpe funcionava.
Diante da situação, a proprietária reforça o pedido para que qualquer informação sobre a motocicleta seja comunicada diretamente à polícia pelo telefone 190, evitando contato direto com particulares, já que os golpes continuam ocorrendo.







