A psicóloga Sandra Maria, de 57 anos, ficou indignada ao receber uma multa de trânsito aplicada pela GCM (Guarda Civil Metropolitana) por trafegar na faixa de ônibus no Centro de Campo Grande. Segundo Sandra, ela apenas entrou na faixa por uma curta distância para acessar outra rua e considera a penalidade injusta.
“É injusto ter recebido esta multa por estar na Rua Rui Barbosa com a 7 de Setembro, me organizando para virar na Rua 15 de Novembro. Uma quadra na faixa do ônibus, que loucura isso”, declarou Sandra.
A psicóloga descobriu a multa quando foi pagar o licenciamento do seu veículo. Sandra descobriu a multa pelo aplicativo da Prefeitura e percebeu que o prazo para recorrer havia expirado. Mesmo assim, ela insistiu e foi à Agetran (Agência Municipal de Trânsito), onde conseguiu recorrer da multa, desmembrar o valor e regularizar o licenciamento.
Segundo a psicóloga, ela reuniu fotos e vídeos do local para anexar ao pedido de revisão, incluindo registros da Rua Rui Barbosa e do corredor de ônibus da Avenida Bandeirantes, que, segundo ela, ainda não está em funcionamento.
“Antes de entrar com o recurso, fui a um órgão da Guarda Municipal para solicitar imagens do meu carro, mas fui informada por um funcionário via WhatsApp que não seria possível, pois as gravações ficam disponíveis apenas por 30 dias. Pedi que essa informação fosse formalizada por escrito, mas não obtive resposta”, relatou Sandra.
A psicóloga também destacou que já tinha conhecimento de reportagens sobre problemas no corredor de ônibus, como reclamações de comerciantes e acidentes envolvendo veículos tentando acessar ruas laterais. “Achei muito incoerente. Como não vou entrar no corredor para virar na Rua 15 de Novembro? Se eu estivesse andando cinco quilômetros na faixa, tudo bem, mas foi apenas uma quadra”, afirmou.
Até o momento, a GCM não se manifestou sobre o caso. Sandra segue acompanhando o processo de revisão da multa junto à Agetran.







