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Política

há 2 dias

Na farra dos jalecos, prefeitura de Naviraí diz que confecção não envolveu recursos do município

Município disse que material investigado não foi bancado pelo poder público e uso foi suspenso

A Prefeitura de Naviraí informou que os jalecos investigados pelo MPMS (Ministério Público de Mato Grosso do Sul), no caso conhecido como “farra dos jalecos”, não foram confeccionados com recursos públicos. Segundo a administração municipal, o material foi produzido no início de 2025 por iniciativa do então coordenador da área de Vigilância em Saúde e pago com recursos particulares.

Em resposta à reportagem, o município informou ainda que a utilização das peças foi suspensa assim que o gabinete do prefeito tomou conhecimento do caso. De acordo com a assessoria de comunicação, a confecção, a iniciativa e o uso dos jalecos não partiram da gestão municipal, mas de um servidor responsável pelo setor à época.

A Prefeitura também declarou que o caso já foi apresentado ao Ministério Público local, com a devida comprovação das informações, e que a situação teria sido solucionada no âmbito da Promotoria. A administração reforçou que os uniformes utilizados oficialmente pelos fiscais de Vigilância em Saúde seguem rigorosamente as normas estabelecidas pelo Ministério da Saúde.

Relembre o caso

O Ministério Público de Mato Grosso do Sul instaurou um inquérito civil para apurar uma suposta utilização indevida de jalecos em campanhas de vigilância em saúde no município de Naviraí. A investigação analisa se as peças teriam sido personalizadas com o objetivo de promover gestores municipais, o que poderia configurar violação aos princípios da administração pública, especialmente o da impessoalidade.

O procedimento foi instaurado pela 2ª Promotoria de Justiça da Comarca de Naviraí e cita como investigados o prefeito Rodrigo Sacuno, a vice-prefeita Telma Minari e o gerente municipal de Vigilância em Saúde. A secretária municipal de Saúde, Josiane Oliveira Silva Corrêa, também é mencionada no contexto da apuração.

A instauração do inquérito civil foi assinada pela promotora de Justiça Fernanda Proença de Azambuja Barbosa. O procedimento segue sob análise do Ministério Público.

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