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Campo Grande

há 5 meses

Paciente não consegue nem dipirona e denuncia falta de profissionais no posto do Mário Covas (vídeo)

Moradores enfrentam espera de horas e dificuldades para conseguir medicamentos essenciais na unidade

Moradora que buscou atendimento na UBS (Unidade Básica de Saúde) do bairro Mário Covas, em Campo Grande, na manhã da última quarta-feira (27), alegou descaso e falta de profissionais na unidade, além de ausência de medicamentos básicos, como dipirona. 

Luzia Janete, de 52 anos, relatou que foi à unidade em busca de atendimento para tratamento de gripe e de uma forte crise de ansiedade, mas não recebeu o atendimento adequado. “Não tinha médico, eram duas enfermeiras. Na hora da consulta, uma delas me perguntou se eu queria remédio. Não era pra ela me passar o remédio, em vez de me perguntar se eu quero?”, argumenta. 

Ainda segundo a paciente, ela precisava de uma receita de fluoxetina, remédio de uso controlado para tratamento de depressão e ansiedade, mas a equipe alegou que o medicamento estava em falta e os médicos se negaram a disponibilizar uma nova receita. 

A situação na unidade não é inédita, de acordo com Luzia. “Eles ficam enganando as pessoas, falando que vai ter médico e ninguém resolve nada. Esperei das 8h às 11h da manhã e não aconteceu nada. Nem dipirona tinha”. 

A reportagem tentou contato com a Prefeitura de Campo Grande, que enviou a seguinte nota:

A Sesau informa que a respeito da falta de profissionais na unidade, a informação não procede, a única área que está descoberta de profissional médico está sendo absorvida pelos outros dois profissionais que atendem na unidade, não havendo desassistência da população da área. Quando se trata de falta de medicamento, a informação também não condiz com a realidade, uma vez que a unidade está com o estoque de medicamentos na farmácia completamente abastecido. Cabe reforçar que a USF é uma unidade que realiza atendimento mediante agendamento, havendo também agenda aberta demanda espontânea para os pacientes que chegam à unidade com queixas de baixa complexidade, o que resulta em um tempo de espera inferior aos de unidades de urgência, que trabalham com casos de maior complexidade.

* Matéria editada às 11h02 para acréscimo da posição da Sesau

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