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Campo Grande

há 6 meses

Paciente denuncia falta de medicamentos no Caps Guanandi

Paciente afirma que site da Sesau indica disponibilidade de remédios, mas ao tentar retirar na farmácia foi informada da ausência há meses

Uma paciente do Caps AD Guanandi, que faz uso contínuo de medicamentos controlados, denunciou a falta de remédios na rede pública de saúde, mesmo quando o site oficial da Sesau (Secretaria Municipal de Saúde) aponta que há estoque disponível.

Ela afirma que toma diariamente remédios como Carbamazepina 200 mg, Ácido Valproico 500 mg, Amitriptilina 25 mg e Fenobarbital 100 mg, todos utilizados no controle de condições neurológicas e psiquiátricas.

Segundo a paciente, ao consultar o sistema online da Sesau, filtrando pelo estoque da farmácia do Caps Guanandi, onde costuma retirar a medicação, todos os medicamentos constavam como disponíveis. No entanto, ao comparecer à unidade, foi informada pela farmacêutica que não há Fenobarbital há cinco meses e também não há Amitriptilina.

Além dos medicamentos que constam na lista da rede pública, a moradora relata que ainda precisa comprar outros, que são de uso contínuo, mas raramente estão disponíveis nas unidades, como Oxcarbazepina 300 mg e Diosmina, este último, segundo ela, "aparece no estoque apenas duas vezes por ano".

"A impressão que dá é de um estoque fantasma, porque no site da Sesau mostra que tem, com atualização feita no dia 15 de julho. Mas quando vamos até lá, ouvimos que está em falta há meses. É uma situação que beira o absurdo. Isso não é só um erro de sistema, é um descaso com quem depende do SUS e mal tem dinheiro para comprar arroz e feijão", desabafa a paciente.

Ela também questiona o destino da verba destinada à compra desses medicamentos. "Se a verba vem, por que não chega até a população? O que está acontecendo com essa distribuição?", questiona.

A prefeitura foi questionada quanto ao fornecimento de medicamentos essenciais à população e a desorganização entre a comunicação digital do sistema e a realidade nas unidades de saúde. Até o momento, não houve posicionamento oficial da Sesau sobre o caso.

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