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Campo Grande

Protesto contra reforma da previdência reúne milhares de pessoas no centro de Campo Grande

Avenida Afonso Pena está interditada

15 março 2017 - 09h22Por Airton Raes e Dany Nascimento
Protesto contra reforma da previdência reúne milhares de pessoas no centro de Campo Grande

Nesta quarta-feira, 15 de março, milhares de pessoas estão reunidas no protesto contra a reforma da previdência que tramita no Congresso Nacional. O protesto foi realizado pela ACP e reúne professores, alunos e apoiadores. A organização do protesto afirmou que os participantes vão fechar a avenida o dia inteiro e vão continuar até o projeto ser retirado de pauta.

O protesto interditou a Avenida Afonso Pena, do cruzamento com a Rua 14 de julho até a Rua Rui Barbosa, e a Rua 13 de Maio, entre a Rua Barão do Rio Branco e a Rua 15 de novembro. Após solicitação da organização, os manifestantes liberaram uma das faixas da Afonso Pena para não impedir o acesso à Santa Casa.

Um trio elétrico está em frente a praça Ary Coelho. Gritando palavras de ordem e com bandeiras e cartazes, diversos professores e apoiadores estão no local. “Dar golpe foi fácil. Agora que ver dar aula até os 80 anos”, consta em um dos cartazes. Alunos também estão presentes com faixas escritas como “Eu apoio os professores”. Entre os gritos de ordem aparecem frases como “Fora Marun. Quem prejudica o nossos país é o Mandetta. É o Geraldo Resende. É a Simone Tebet”.

O professor Paulo Machado, que há trinta anos dá aula na rede Municipal de Ensino, afirmou que que veio se posicionar contra a proposta porque os dados da previdência estão apontando superávit. ”O maior problema que ocorre são com as grandes empresas que não pagam a dívida fiscal. O país tem verba mal distribuída. Não resta dúvidas que em seis meses os professores e as categorias se depararam com o desmanche da conquista de grandes lutas”, completou.

No trio elétrico fizeram uso da palavra os vereadores Ademir Santana (PDT), Valdir Gomes (PP) e Odilon de Oliveira (PDT).