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Campo Grande

26/01/2018 15:10

Reviva Centro sai do papel, mas obras terão início só em março

Ruas como a 14 de julho vão ter uma nova cara em breve

Ao contrário do que esperava o prefeito Marquinhos Trad (PSD), as obras do projeto Reviva Centro devem ser iniciadas em março deste ano. Em dezembro, Trad havia dito ao TopMídiaNews que as obras da rua 14 de julho teria início em janeiro, assim como em outros pontos da cidade.

Porém, de acordo com a assessoria de imprensa do Chefe do Executivo, a Diretoria Executiva de Planejamento e Gestão Estratégica da prefeitura confirmou que a obra continua em processo de elaboração do edital para as empresas que responsáveis por realizar as obras e a licitação deve ser publicada na próxima semana.

A obra deve mudar radicalmente a cara da rua mais tradicional da cidade, que terá um trecho de três quadras, da Afonso Pena até a Cândido Mariano, com características de calçadão. Segundo a prefeitura, o local terá ambiente  de um shopping a céu aberto;  áreas de convivência implantadas em baias; arborização; bicicletários e conexão wi-fi com internet.

Reviva Centro

O prefeito esteve em Brasília no ano passado e conseguiu destravar recursos para investir na obra, que deve ser iniciada com mudanças no cabeamento de energia elétrica e oferece pavimentação e drenagem.

A intervenção deve durar até 40 meses.  Segundo a prefeitura, a calçada será ampliada para em alguns pontos e passa a ter 6,5 metros de largura. Hoje, a calçada da rua 14 de julho tem 3 metros. O estacionamento será proibido neste trecho  e ao invés de três, serão duas faixas para o tráfego de veículos e o asfalto tradicional com CBUQ, será  substituído por piso intertravados. Com o meio-fio rebaixado, a pista será praticamente no mesmo nível da calçada.

No meio das quadras, haverá travessias elevadas para dar maior segurança aos pedestres. A rua oferece ainda bicicletários e deve oferecer um estacionamento seguro para os ciclistas que circulam pela ciclovia.

Nos dois outros dois trechos da 14 de Julho , o recapeamento será feito com pavimento tradicional (a base de CBUQ). Será mantido o estacionamento nas laterais, dentro de baias, mas as calçadas ganham mais espaço porque só haverá duas pistas para o tráfego.

O investimento previsto é de R$ 54, 8 milhões, cerca de US$ 17 milhões, parcela do empréstimo de US$ 56 milhões contratados junto ao BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento) para viabilizar o Reviva Centro).

Ao longo do trecho de 1,4 quilômetro onde haverá intervenções, entre as avenidas Fernando Correa da Costa e Mato Grosso, será refeita a rede de drenagem ( R$ 4,6 milhões);  recapeamento do pavimento (R$ 2,3milhões); redes de  água (R$ 895 mil) e esgoto (R$ 1,5 milhão); novas calçadas, com padronização, acessibilidade (R$ 2,4 milhões); sinalização (R$ 1,8 milhão); paisagismo (R$ 1,4 milhão); iluminação pública (R$ 2,4 milhões); mobiliário urbano (R$ 1,7 milhão), incluindo bicicletários, bancos, lixeiras, defensas, vasos e murais.

Metade dos investimentos, R$ 27,7 milhões, segundo o secretário de Infraestrutura e Serviços Públicos,  Rudi Fiorese,  vão ser aplicados para substituir as redes “aéreas” de energia elétrica e telefônica, por rede subterrâneas, eliminando a poluição visual da fiação. A drenagem, com o escoamento de águas pluviais através de canaletas junto ao meio fio, vai eliminar os pontos de empoçamento de enxurrada. 

 

 

 

 

 

 

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