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Campo Grande

Semadur planta 100 mudas de árvores no córrego Imbirussú

19 março 2016 - 09h19Por Assessoria

Com a finalidade de preservar a margens dos córregos, rios e mananciais e como parte de ações relativas a celebração do Dia Mundial da Água (22), a Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano (Semadur) realizou na manhã desta sexta-feira (18), no Centro de Educação Ambiental Imbirussú, o plantio de cem mudas de árvores de espécies do cerrado, na mata ciliar do Córrego Imbirussú. Com o ato, a administração municipal visa demonstrar a importância da gestão sustentável dos recursos hídricos, para incentivar a conservação dos leitos dos córregos e mananciais.

Acadêmicos de Engenharia Sanitária e Ambiental da Universidade Católica Dom Bosco (UCDB) participaram de caminhada pela trilha do Parque Imbirussú até o Viveiro Municipal da região do Imbirussú, onde realizaram plantio de mudas, além de apresentação da oficina “Produção de mudas e árvores”, ministrada pelo Engenheiro Ambiental Antônio Carlos Sampaio, gestor do CEA Imbirussú, logo após retornaram pela trilha ecológica e passarela dos Bugios.

Maria Aparecida Estodutto, bióloga do CEA Imbirussú explica que as ações pretendem sensibilizar o público de quanto é importante preservar a mata ciliar “A água, os cursos da água dependem desta vegetação para melhor qualidade, esse plantio de mudas proporcionará uma proteção ao ambiente entorno do córrego e desejamos que os alunos conheçam a elaboração do plantio, como estabelecer na prática os meios de preservação dos recursos hídricos e da produção de árvores”, afirma.

Para Eloísa Uchoas, 34 anos, acadêmica de Engenharia Sanitária e Ambiental, a participação na oficina, trilha ecológica e plantio beneficiam na aprendizagem dos alunos. “Nós temos que auxiliar na preservação dos córregos, conhecer o parque nos motivou a cuidar cada vez mais das plantas, árvores e da qualidade da água”, destaca. Para Beatriz Santos, 21 anos, também acadêmica de Engenharia Sanitária e Ambiental, a oportunidade auxilia os estudantes a saírem do meio acadêmico e ter conhecimento da fauna e da flora. “Contatos externos como esse nos ajudam em muitas atividades de aprendizado em detalhes da natureza que geralmente não são expostos dentro da sala de aula. Este contato direto com a mata ciliar nos aperfeiçoa quanto a preservar e colaborar com o meio ambiente”, conclui.