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Shoppings e feiras livres saem da lista de serviços ‘indesejáveis’ na pandemia

As duas atividades agora são consideradas de “médio risco”

24 julho 2020 - 10h58Por Diana Christie

Shoppings e feiras livres saíram da lista de serviços não recomendáveis durante a pandemia do novo coronavírus em Mato Grosso do Sul. A correção de decreto anterior foi publicada no Diário Oficial do Estado desta sexta-feira (24).

A decisão é do Conselho Gestor do Prosseguir (Programa de Saúde, Segurança e Economia), que define critérios para a tomada de decisões dos prefeitos dos 79 municípios sobre como combater a covid-19.

As duas atividades agora são consideradas de “médio risco”, aumentando a chances de ficarem abertas durante medidas restritivas para evitar aglomerações. O decreto também define o que são atividades essenciais e quais os graus de riscos dos demais serviços.

Entre os serviços essenciais está a assistência social a vulneráveis; segurança pública e privada; defesa civil; transporte e entrega de cargas; transporte coletivo; transporte por táxi ou aplicativo; coleta de lixo; telecomunicações e internet; serviço de call center; abastecimento de água; esgoto e resíduos; entre outros.

São considerados de baixo risco: representação comercial de todos os tipos; serviços de ambulantes; profissionais liberais não especificados em outras classificações; hotéis, motéis, albergues, hostel, apart-hotel e outros alojamentos.

Além de shoppings e feiras livres, são de médio risco: comércios atacadistas e varejistas não especificados nas demais classificações; bares, conveniências, restaurantes, cantinas e afins; atividades religiosas presenciais; prestação de serviços não especificadas nas demais classificações; pesquisa e desenvolvimento; marketing direto; decoração e design de interiores; pet shop e alojamento de animais; cinemas em espaço aberto; práticas individuais de atividade ao ar livre.

Para alto risco, o Comitê considera: academias; clubes sociais; serviços da cadeia do turismo;  boliche, sinuca e similares e jogos eletrônicos; visitação em atrações turísticas, culturais e esportivas em espaço aberto; cabelereiro, barbearia, salões de beleza e afins; educação dos níveis fundamentais e médio, em formato presencial; educação de nível superior e pós-graduação, em formato presencial; áreas comuns de condomínios.

Já a lista de serviços não recomendados de jeito nenhum inclui eventos culturais, esportivos e de lazer; festividades e celebrações; velórios; cursos e capacitações presenciais; biblioteca e museus; teatros, cinemas, arenas e espaço de eventos fechados; parques públicos; feiras de negócios e exposições; e práticas coletivas de atividade ao ar livre.