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segunda, 17 de janeiro de 2022 Campo Grande/MS
Campo Grande

Temporal deixa 12 bairros sem energia e rastros de destruição na Capital

20 novembro 2015 - 13h35Por Mariana Anunciação

A chuva deu uma trégua, mas o temporal que iniciou nesta madrugada (20) deixou rastros de destruição por Campo Grande. As autoridades computaram, até agora, queda de 60 árvores pela cidade, 12 bairros ficaram sem energia, 10 residências foram destelhadas, além do caos no trânsito em razão da falta de funcionamento dos semáforos e demais transtornos.

O meteorologista Natalio A. Filho informou que, na região oeste da cidade, a chuva atingiu 30,6mm com ventos de 52,56 km/h e, próximo ao Córrego Prosa, choveu 25,5mm. Os demais índices foram: na região norte a sul  (4,75mm), perto do Alphaville (25,75mm), no Bairro Vilas Boas (30,5mm), nas redondezas da UCDB (18,75mm), nas Moreninhas (37,5mm), no Bairro Cabreúva (28mm), no Tiradentes (14,5mm), já no Santo Antônio o montante foi menor (3,75mm).  “Como estão vendo, a chuva se espalhou pela cidade com mais e menos intensidade. A média de Campo Grande foi de 30,4mm”, explicou o meteorologista.

Além das oscilações de energia, por conta do temporal, amanheceram sem eletricidade a região central, Bairro Coronel Antonino, Nova Campo Grande, Itanhangá, Monte Castelo, Jardim Seminário, Maria Aparecida Pedrossian, Jardim Noroeste, Tiradentes, São Conrado, Jardim Itamaracá e Vila Glória. As 10 residências destelhadas ficam na região do Santo Emília, Vila Fernanda, Buriti, Caiçara e Mário Covas.

Foram observadas fiações danificadas nas Ruas José Antônio, esquina com a Quinze de Novembro; trechos da Rua Sete de Setembro e Rua Paraíba; no Edifício Eduardo Santos Pereira, na Rua Arthur Jorge; na região do Bairro Santa Emília e na Rua Bom Pastor. As autoridades constataram defeitos ou problemas nos semáforos da Avenida Afonso Pena; nos cruzamentos da Rua Fernando Correia da Costa, com a Joaquim Murtinho e Rui Barbosa; Da Rua Ricardo Brandão com a Bahia; e da Avenida Bandeirantes com a Rua Vinte e Seis de Agosto.

 

(Foto: Geovanni Gomes)

“A destruição total não foi computada porque ainda está sendo feito o levantamento. A tendência é aumentar”, contou o secretário de Segurança Pública e representante da defesa civil, major Luidson Tenório Noleto. No momento, a Prefeitura Municipal está atuando para combater os estragos, com 24 viaturas e 40 guardas civis. O objetivo é tentar minimizar o impacto da forte chuva, orientar a população, ordenar o tráfego de veículos e prestar apoio, oferecendo lonas aos moradores das residências do Buriti.