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Cidade Morena

Reviva Campo Grande: associações visitam obras e apontam mudanças para garantir acessibilidade

O piso tátil utilizado no calçadão foi aprovado, mas mudanças foram solicitadas

14 fevereiro 2019 - 11h10Por Dany Nascimento

A Comissão que acompanha o desenvolvimento das obras do Reviva Campo Grande convidou membros do ISMAC (Instituto Sul-Mato-Grossense para cegos, Associação de Mulheres com Deficiência de Campo Grande), da Associação de Doenças Neuromusculares e da Sociedade em Prol da Acessibilidade para conferir as condições da obra na Rua 14 de Julho, entre a Avenida Fernando Correa da Costa e 26 de Agosto.

Os representantes foram até o local na manhã desta quinta-feira (14) e deram dicas para que a obra seja concluída oferecendo acessibilidade para todos. De acordo com a coordenadora do Reviva Campo Grande, Catiana Sabadim, a obra ainda não foi concluída no trecho visitado, mas serve como modelo caso ocorra alterações.

“Eu gostaria que eles testassem esse trecho, que já serve de modelo para toda a Rua 14 de Julho, ainda não está concluído, mas serve como modelo. Queremos a opinião sobre a acessibilidade, queremos ouvir a opinião dos membros das associações que aqui estão. Se tiver que alterar algo, como elevação da calçada ou outro ponto, podemos executar e fazer a revitalização atender a todos”, diz a coordenadora.

A coordenadora destaca que não existem atrasos previstos diante da chuva que cai nos últimos dias na cidade. “Trabalhamos já com essa perspectiva de chuva, não tem atraso, estamos adiantados. A última etapa será a retirada da fiação, que deve acontecer em outubro deste ano. Depois vem a parte de paisagismo e sinalização. A Associação das Mulheres com deficiência orientou que a calçada não tenha degrau, na parte de faixa de pedestre e já foi repassado isso aos técnicos que devem providenciar essa questão”.

O diretor presidente do Ismac, Marcio Ximenes Ramos, aprovou o piso tátil inserido na calçada. “Em alguns locais, não conseguimos diferencial o que é piso tátil e o que é calçada. Neste ponto, consigo seguir até sem usar bengala pelo piso, ficou muito bom, ele é largo. Como a lei da brecha para que o piso não seja inserido, solicitamos para a prefeitura que não deixe de colocar, porque é fundamental para nossa locomoção”.

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