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Cidade Morena

SONHO DE SER PATRÃO: com ajuda do pai, Rodrigo passou de lavador de banheiros a empresário

Ele aceitou o convite para trabalhar com o pai e a empresa é responsável pelo sustento de duas famílias

01 maio 2019 - 11h30Por Dany Nascimento

Foi lavando banheiro que Rodrigo Mulato Calabrez, 34 anos, começou a trabalhar e passou de empregado a patrão. O autônomo destaca que trabalhou em uma grande empresa no ano de 2005 e era responsável pela limpeza dos banheiros, mas almejava algo melhor.

“Eu queria aprender uma profissão, queria mais. Fui diagnosticado com uma doença no joelho, osteocondrite dissecante que é uma doença rara, um processo patológico que atinge o osso subcondral do joelho. Eu fiquei nove meses afastado e voltei a trabalhar com outra visão, eu queria mais. Fui aprendendo a fazer reparos em veículos”, relembra Rodrigo.

Um convite do pai, Eurico Calabrez, 68 anos, conhecido na região da Avenida Bandeiras como Alemão, mudou a vida de Rodrigo. “Eu precisava sair da mesmice, comecei a buscar mais e mais no meu ramo. Me interessar mais ainda, não queria ser apenas o ajudante, comecei a me profissionalizar. Meu pai perguntou quanto estava ganhando, na época era R$ 650 por mês. Ele falou vem trabalhar comigo que pelo menos R$ 1.200 você tem. Que era o dobro, para aquela época estava bom”.

Foi assim que pai e filho resolveram abrir uma loja de conserto de veículos. “Eu comecei como funcionário dele, abri a loja e estamos até hoje juntos. Meu pai está aqui há mais de 20 anos, eu estou aqui desde 2010”.

Mas o vínculo com o ex-patrão continua, tanto que a família de Rodrigo ainda participa das comemorações de fim de ano do antigo emprego. “A amizade continua, quando chega carro que não encontro problema, primeira coisa que eu faço é pedir ajuda aos universitários. Até hoje tenho contato com meu ex-patrão, todo final de ano eles chamam para ir confraternizar. A amizade ficou”.

O negócio de pai e filho é responsável pelo sustento de duas famílias na Capital. “Claro que, às vezes, tem apertos, mas vivemos muito melhor do que se estivéssemos como empregados por aí. São duas famílias que vivem desse negócio, eu tenho dois filhos, moro com minha esposa”, finaliza.

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