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sábado, 26 de setembro de 2020
Cidade Morena

Consumidora compra biju 'da China' e produto fica preto; tem como reclamar?

Produto costuma ter menor durabilidade, mas é possível reclamar? Saiba detalhes!

21 março 2019 - 15h00Por Dany Nascimento

Após ver uma bijuteria escurecer em dois dias, uma consumidora de loja da Rua 14 de Julho, no centro de Campo Grande, utilizou as redes sociais para alertar outras pessoas sobre a surpresa desagradável que enfrentou, após a compra de um colar. Ela fez uma publicação na página ‘Aonde Não Ir em Campo Grande’, alegando que a loja não fornece comprovante de compra e afirma que foi chamada de mentirosa ao reclamar da qualidade do objeto.

“Achei que daria para usar pelo menos um tempo, mas comprei no sábado de tarde, fui usar no domingo, passei a tarde com colar no pescoço e quando olho, olha a surpresa:  ficou preto. É de rir e ao mesmo tempo, de chorar. É um preço bom, mas não vale a pena, porque são descartáveis. Fui lá, mostrei para o vendedor e como eles não dão comprovante de compra, me chamaram de mentirosa, dizendo que comprei faz tempo, que usei algum produto, disseram que não posso tomar banho com colar. Não teve acordo”, diz a compradora.

Entre os internautas, a jovem foi criticada e elogiada pela atitude, considerando que a bijuteria tem um prazo de validade menor mesmo. Mas ela está certa ou errada em reclamar?

Procon

O TopMídiaNews entrou em contato com o superintendente do Procon (Superintendência para Orientação e Defesa do Consumidor), Marcelo Salomão, que explica que a compradora pode e deve denunciar o caso no local, mesmo sem possuir o cupom fiscal.

“Neste caso, o certo seria ela ir até a loja e exigir nota fiscal, um cupom fiscal do produto. Mas como ela relata que ele se negou a dar, ela pode procurar o Procon e fazer a denúncia. É um procedimento simples, com documento pessoal, ela pode fazer a denúncia no Procon, que mandamos uma equipe para ir até o estabelecimento”, diz Salomão.

Marcelo destaca que é importante o consumidor ficar atento e exigir nota fiscal dos produtos, para não enfrentar problemas ao identificar um defeito no produto. “O certo é exigir nota fiscal, cupom fiscal. O comércio deve providenciar a troca do objeto que tiver defeito, ou até mesmo, mandar para assistência técnica e solucionar o problema. Se não tem solução, ele deve ser substituído por um novo”.

De acordo com o Superintendente, um funcionário é enviado até o comércio para tentar resolver a situação diante de uma denúncia.

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