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Craques do Palmeiras viram nomes de lanches em Campo Grande

Edmundo, São Marcos, Ademir da Guia, ídolos do período da Academia e do Dream Time, agora no cardápio

13 JAN 2019
Celso Bejarano
11h30min
Foto: Ilustração

A um custo que varia de R$ 6 a R$ 25 o campo-grandense pode saborear lanches com nomes até então nada convencionais, como por exemplo, Sociedade Esportiva Palmeiras ou, então, uns snacks batizados de Djalminha, Evair, Amaral e César Sampaio.

É isso, empresário criou fast-food na cidade, o Pork’s Lanches, com nomes de dez craques palmeirenses, todos campeões regionais e nacionais com passagens na seleção brasileira.

Pork’s [carne de porco, em inglês] é uma alusão ao animal porco, que virou mascote do alviverde por meio de um episódio envolvendo seu maior rival, o Corinthians, em 1969. Antes, o mascote do time era o periquito.

Agora, no Pork’s, por seis reais, o cliente pode comprar um Paulo Nunes, que é um lanche preparado com pão, maionese e até batata palha. O craque jogou no Palmeiras nos anos de 1990, período que, ao lado do centroavante Oséias, foi artilheiro e campeão de importantes disputas como o Brasileiro e Libertadores.

Zinho, um lanche mais caro, de R$ 7, leva o nome do jogador tido como maestro da equipe entre os anos de 1993 e 1994.

Lanches com nomes de craques que ficaram mais conhecidos, porém, custam mais. Um São Marços, por exemplo, custa R$ 13. Marcos foi goleiro por mais tempo no alviverde e também campeão do mundo em 2002. O arqueiro, pelo Palmeiras, recusou por tempos propostas de times europeus.

Ademir da Guia, é outro lanche de R$ 13, até hoje é considerado o melhor meio-campo do time – atuou nos anos de 1960 e 1970.

Edmundo e Evair, dois notáveis atacantes, que custam R$ 11, também aparecem no cardápio do Pork’s.

Completam a lista dos lanches Roque Júnior [zagueiro, campeão do mundo], Djalminha [craque inesquecível, de drible inimitável], Amaral [volante] e César Sampaio [outro que jogava no meio de campo].

O lanche mais caro, contudo, é o Sociedade Esportiva Palmeira, que custa R$ 25.

Torcedores do Palmeiras demoraram a aceitar o Porco como seu mascote. Em 1969, dois jogadores corintianos morreram num acidente de carro e o time quis inscrever outros nomes para substitui-los. 
Seu rival, Palmeiras se opôs a ideia, por isso, assim que o time entrava em campo, era chamado de porco, uma forma de xingá-lo.

Os palmeirenses odiavam . No entanto, em 1986, os torcedores deixaram de lado o passado e aceitaram a zoada.

 

 

 

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