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Cidade Morena

Férias frustradas: escuridão e banheiro podre espantam crianças e esportistas do Parque das Nações

Administração nega parte das reclamações e fala que iluminação funciona

19 janeiro 2019 - 07h00Por Thiago de Souza

Escuridão e banheiros sem condições de uso impedem que desportistas aproveitem o Parque das Nações Indígenas, em plenas férias, em Campo Grande. O parquinho deteriorado também é problema e ''joga água'' no lazer dos pequenos.

O denunciante não quer se identificar, mas garante que se afastou do local e procurou o Belmar Fidalgo para a prática esportiva.

''De dia a areia é quente, à noite é escuro e não tem como os pais levaram as crianças'', aponta o reclamante. Ele acrescenta que a falta de iluminação atrai pessoas suspeitas e bota medo nos frequentadores.

''Já furtaram bolsa e motos na região'', alerta o ex-frequentador, que garante que a situação ocorre desde meados do ano passado.   

Ainda de acordo com o denunciante, a falta de iluminação se dá por conta da queima ou mau contato das lâmpadas de led. Na quarta-feira (9), o denunciante ressalvou que duas das seis lâmpadas foram religadas.

Há também a falta de educação e respeito por parte de alguns usuários, que defecam em alguns lugares e andam com cachorros de grande porte soltos, o que é proibido no parque.

''Até barraca tem gente que arma no local e isso não pode'', critica o esportista.

Proibição de cães não é respeitada, diz denunciante. (Foto:Repórter Top)

A administração do parque disse que a equipe de manutenção percorreu o parque e constatou que não há anormalidades com relação às luminárias. Sobre o parquinho, a gestão prometeu verificar se há problemas e providenciar manutenção.

Sobre a proibição de animais domésticos no âmbito do parque, a gerência afirmou que essa restrição se dá por conta da segurança dos visitantes, do próprio animal e dos animais silvestres.

''Sendo assim contamos com a colaboração da população para que possa observar e respeitar a proibição descrita. O regulamento se encontra disponível nas portarias e nas comunicações descritas nas placas de acesso do parque. Mesmo assim, quando identificado pela equipe do parque, as pessoas que insistem circular com animais domésticos são orientadas''.

Sobre a presença de dependentes químicos, a fiscalização, diz a administração, é feita pela Polícia Militar, mas não há registro de casos desta natureza.