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Cidade Morena

Lago volta a encher e Parque das Nações é reaberto ao público após 1ª etapa de obras

Semagro prometeu abertura de licitação para a próxima parte das intervenções no local

09 outubro 2019 - 16h50Por Thiago de Souza e Willian Leite

Comportas do lago do Parque das Nações Indígenas, em Campo Grande, foram fechadas, na tarde desta quarta-feira (9), para que o espaço volte a encher. O parque será reaberto ao público nesta quinta-feira (10), após a conclusão da primeira etapa das obras do governo do Estado.

O titular da Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Família, Jaime Verruck, fez o fechamento simbólico da primeira comporta às 15h34. A partir de agora, estima-se que em 48 horas o lago volte a encher.

O secretário Verruck destacou que nem todas as obras previstas foram concluídas neste momento.

''Isso não é reabertura total do parque, com 100% das obras, mas o que foi feito hoje foi por causa da chegada do laudo de engenharia sobre a estabilidade da barragem, que chegou hoje'', detalhou o dirigente.

O lago do parque, que é uma das atrações turísticas da Capital e frequentado por milhares de pessoas todos os dias, foi fechado dia 11 de junho deste ano para intervenções após assoreamento. Os bancos de areia que invadiam a água foram retirados.

O lago suporta aproximadamente 68 mil metros cúbicos de água, segundo os técnicos do Instituto do Meio Ambiente de MS. Porém, somente 30% dele será preenchido com o fechamento da comporta.

Jaime diz que obras terão segunda etapa. (Foto: Wesley Ortiz)

A reabertura do espaço, explica Jaime, é para que a população volte a usufruir do espaço, embora a segunda etapa das obras ainda não esteja concluída.

''Estamos abrindo processo licitatório para as obras do gabeão (tela que evita a queda de pedras e areias do córrego), que vai demandar de R$ 800 a R$ 900 mil em recursos. Assim que terminar este trâmite, que gira em torno de 60 dias, vamos secar o lago novamente para dar continuidade às obras'', estimou o titular da Semagro.  

Sobre o gabeão, Verruck explicou que havia mais de 30 anos que a estrutura não passava por manutenção. Ele ressaltou que não há impacto ambiental e que os animais estão todos sendo monitorados.

Sobre a garantia do lago não voltar a assorear, Verruck disse que ''vamos dar início à intervenção no Córrego Joaquim Português, e a prefeitura no Córrego Réveillon, para que não ocorre assoreamento novamente''.