Menu
Busca sexta, 05 de junho de 2020
Camara - corona
Cidade Morena

Sindicato dos vigilantes tenta cobrar ex-terceirizada do Bradesco e pode ir à Justiça por salários

Entidade demorou para encontrar uma representante da MJB em Campo Grande

15 maio 2019 - 17h15Por Thiago de Souza

Sindicato que representa os trabalhadores em vigilância em Campo Grande alerta que pode ir à Justiça para que os profissionais recebam salários atrasados da MJB Segurança, que era a terceirizada do Bradesco em Mato Grosso do Sul.  

Conforme o presidente da entidade, Celso Adriano Gomes da Rocha, esclareceu, o sindicato acompanhou o caso desde o início, inclusive foi o Seesvig que denunciou ao detentor do contrato, o Bradesco, o atraso no pagamento.

Rocha aponta que à época, em março, a empresa atrasou salários e não cumpria acordos sobre assistência à saúde. Ainda segundo o sindicalista, o Bradesco rompeu o contrato em abril e no dia 30 do mês as atividades com a terceirizada foram interrompidas.

Sindicato e trabalhadores tiveram a promessa de que os salários e direitos trabalhistas seriam pagos até 10 de maio, algo que não ocorreu segundo eles. Celso Adriano observou que a MJB aplicou o aviso prévio retroativo para os funcionários, o que seria na visão dele uma tirada de direito do trabalhador.

O temor do Seesvig  é que, como formalmente o vínculo dos trabalhadores com a empresa não foi rompido, a terceirizada pode alegar abandono de emprego. Ele acrescenta que todos os trabalhadores que procuram a entidade são atendidos e orientados.

Celso Adriano relata que fez uma petição ao Ministério Público do Trabalho, em Campo Grande, para pedir urgência na chamada para mediação. Projeta até impetrar ação civil pública para resolver a pendência.

A preocupação é porque o sindicato, depois de dias de procura, conseguiu encontrar uma encarregada da empresa em MS, conhecida como Letícia. Ele disse que os trabalhadores a pressionaram e que ela teria prometido uma data de pagamento ''talvez'' para o dia 30.

A MJB em Cuiabá, onde fica a sede, não deu data para pagamento e se resumiu a dizer que trabalha para resolver os problemas dentro do ordenamento jurídico.

 

Leia Também

Homem com Van recheada de cigarros morre em troca de tiros com a polícia
Interior
Homem com Van recheada de cigarros morre em troca de tiros com a polícia
Meio a meio: sexta-feira terá sol e chuva em Campo Grande
Cidade Morena
Meio a meio: sexta-feira terá sol e chuva em Campo Grande
Professora está entre 50 vítimas diárias de violência doméstica em MS
Polícia
Professora está entre 50 vítimas diárias de violência doméstica em MS
Tribunal do Trabalho nega danos morais coletivos por morte do adolescente Wesner em lava jato
Cidade Morena
Tribunal do Trabalho nega danos morais coletivos por morte do adolescente Wesner em lava jato