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Preso no Gaeco, procurador está ligado a investigação de associação criminosa em Campo Grande

Além disso, os agentes apuram denúncia de crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro

20 SET 2016
Rodson Willyams
10h17min
Foto: Geovanni Gomes

O Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado) deflagrou, na manhã desta terça-feira (20), a segunda fase da Operação Midas, com a finalidade de cumprir dois mandados de prisão preventiva, quatro mandados de busca e apreensão. Destas, três são em Campo Grande e um em uma propriedade rural no município de Nioaque, além de 22 notificações para comparecimento para prestar depoimento.

Segundo informações divulgada pelo Ministério Público Estadual, a Operação Midas teve sua primeira fase deflagrada em maio deste ano e seu objetivo é a apuração da prática dos crimes de corrupção ativa e passiva, lavagem de dinheiro, associação criminosa e falsidade documental. A nota com as informações é assinada pela atual coordenadora do Gaeco, Cristiane Mourão.

Na operação foram presos o procurador geral da Câmara Municipal, André Scaff e a esposa, Karina Campos Scaff. 

Ainda conforme o Gaeco, a investigação é por associação criminosa, corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Os crimes teriam ocorrido durante a gestão de Gilmar Olarte como prefeito de Campo Grande, quando Scaff era secretário Municipal de Finanças.

Os advogados do procurador já estiveram no Gaeco em busca de informações.  

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