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Cidades

02/06/2014 15:30

Agente de trânsito e fiscais sanitários fazem paralisação e ameaçam greve dos serviços na Capital

Possível greve

Agentes de fiscalização da Agência Municipal de Trânsito e da Vigilância Sanitária de Campo Grande se juntaram e cruzaram os braços no início da manhã desta segunda-feira (2) e deram início “a uma paralisação parcial dos serviços”, conforme explicou o presidente do sindicato dos trabalhadores no serviço de fiscalização da prefeitura de Campo Grande (Sindafis), Natal Gonçalves.


Segundo Natal, o movimento é para chamar a atenção do prefeito Gilmar Olarte (PP) e cobrar a falta das condições de trabalho e o não cumprimento de um acordo feito entre as partes envolvidas (prefeitura e sindicato) no mês passado. Conforme Natal várias reuniões foram realizadas com a prefeitura, uma inclusive com a presença do prefeito Olarte. ”Na verdade não é uma greve, é uma paralização para chamar a atenção. Estamos atendendo normalmente as emergências, mas com condições precárias de serviço, onde prezamos pela qualidade. Cansamos de tanta reunião, não se toma uma atitude concreta, por isso resolvemos cruzar os braços”, disse.


O Sindafis representa 57 servidores do setor de fiscalização da Agetran e cerca de 80 agentes sanitários na Capital. O presidente da categoria revela que atualmente apenas dois carros estão disponibilizados para as ocorrências da Agetran e quatro veículos para os fiscais sanitários. “Isso é um absurdo, a demanda de Campo Grande é enorme. O correto seria termos entre 10 a 15 veículos para os dois órgãos. Temos cinco distritos aqui e tem região que não temos se quer um veículo para trabalhar em campo”, revela Gonçalves.


Foto: Geovanni Gomes


Ele ainda disse que muitos servidores atendem a população com os próprios carros. “Você já imaginou o servidor municipal chegar à secretária para trabalhar e se deparar com a falta de estrutura? Temos que fazer as ocorrências nas empresas, nas ruas e os carros que deveriam estar em condições de trabalho, estão na verdade, sucateados. O servidor para não deixar de trabalhar vai com o próprio carro, o pessoal. Essa é a verdade que temos que mostrar”, critica.


O sindicato diz ainda que nenhuma reunião foi marcada com a Prefeitura da Capital, até o meio da tarde de hoje, apenas a assessoria da prefeitura ligou para pedir detalhes da ‘paralisação’. “Eles ligaram hoje de manhã, nos conversamos e ficaram de dar para gente um retorno, se o prefeito se posicionaria em algo, mas pelo jeito, não vai dar em nada e vamos continuar com os serviços até tomarmos uma atitude mais drástica e realmente parar de vez”.


A assessoria de imprensa da prefeitura foi procurada e ficou de retornar para uma posição oficial. Até o momento não tivemos o retorno prometido.


Foto: Geovanni Gomes

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