O mundo vem passando por diversas transformações, e com isso a natureza se apresenta inquieta gerando diversas ações causada indiretamente pelo homem - que acabam tendo um alto preço pela vida -, tais como furações, enchentes, deslizamentos, invernos rigorosos. Com isso ambientalistas comemoram neste dia 5 de junho o Dia Mundial do Meio Ambiente, pedindo para que toda a sociedade, faça uma reflexão sobre tudo que vem se manifestando diante de seus olhos, para preservação da vida.
Segundo a organização não governamental (ONG) WWF todos temos como contribuir, direta ou indiretamente, para que as sociedades caminhem rumo à sustentabilidade e para que a harmonia entre o desenvolvimento socioeconômico e a conservação da natureza deixe de ser mera utopia.
Eles alertam a todos que atitudes individuais e coletivas, como o consumo consciente no dia a dia e a exigência, pela população, do cumprimento das leis por órgãos governamentais em todos os níveis são fundamentais.
Em Campo Grande, outra ONG vem destacando e finalizando projetos em prol da sustentabilidade e estudo ambientais no Pantanal sul-mato-grossense. " Atualmente estamos finalizando um projeto que começou a alguns meses com as comunidades pantaneiras, onde os pesquisadores desenvolvem tecnologias sociais de baixo custo e melhoram a vida dessas comunidades", explicou Cássio Thomé de Faria, doutor pela Virginia Tech (EUA) e coordenador geral de desenvolvimento tecnológico do projeto.
O coordenador salientou que o importante desta iniciativa é que ela vai além do aspecto social, pois a idéia é que as comunidades se apoderem destas tecnologias e passem a adaptar/transformar, encontrando soluções locais e ainda mais especializadas a sua própria realidade.
“Estamos trabalhando com um novo conceito de engenharia, em que as soluções tecnológicas apresentadas têm que estar alinhadas com a capacidade técnica e de manufatura das comunidades. Esta mudança implica que os projetistas devem conhecer a fundo a tecnologia a ser implementada e assim, propor soluções criativas que sejam adaptadas a realidade local das populações”, ressalta Cássio
Esse projeto teve duração de o projeto tem duração de 18 meses, sendo que as viagens de campo foram realizadas de 10 de maio com termino nesta terça-feira (10). Neste momento está sendo feita uma reavaliação da programação original e das próprias ações devido à excepcional cheia que ocorre nas regiões atendidas e que pode ter uma duração prolongada.
Portanto para comemorar o Dia do Meio Ambiente a Ecoa, esta em campo finalizando os projetos. "Hoje nossos ambientalistas estão todos trabalhando, em prol do meio ambiente, temos mais de três projeto em execução e finalização para este mês", explicou a assessoria.
Conhecida como a capital dos ipês e cidade morena, Campo Grande possui extensos corredores ecológicos, onde é visível pássaros como Araras, cutias entre outros animais, compartilhando o mesmo espaço que a sociedade civilizada. E visando a educação das novas gerações, existem quatro Centros de Educação Ambiental (CEA’s) em diferentes regiões da cidade:
O Centro de Educação Ambiental Leonor Reginato Santino (CEA Polonês), na rua Corveta, n. 141, Carandá Bosque;
O Centro de Educação Ambiental Odilza Fernandes Bittar (CEA Imbirussu), na rua Amaro Castro Lima, n. 2200, Vila Popular;
O Centro de Educação Ambiental Cônsul Assaf Trad (CEA Florestinha), na Avenida Cônsul Assaf Trad, s/n, saída para Cuiabá;
O Centro de Educação Ambiental CEA Anhandui, na Avenida Ernesto Geisel.
Os CEA’s acompanham o calendário escolar e tem como objetivo contribuir para a promoção e apoio ao processo de educação ambiental em Campo Grande. Para o público estudantil, alunos do ensino fundamental e médio; o foco é ofertar uma aula de educação ambiental com foco na conscientização ambiental e sustentável, um dia de aula diferente, onde são desenvolvidas várias atividades, dentre elas gincanas, teatro, oficinas, trilha ecológica.







