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há 10 anos

Aprovados em concurso, educadores infantis esperam há 9 anos por vaga

Mais de 200 atendentes de berçário, educadores e recreadores infantil esperam finalmente resolver o impasse que os impede de assumir a vaga para qual foram aprovados em 2006. Na tentativa de atender a uma medida do Ministério da Educação (MEC), a Prefeitura de Campo Grande suprimiu os cargos do edital aberto para cuidadores de crianças nos Ceinfs (Centros de Educação Infantil) de Campo Grande.

Uma audiência pública no dia 11 de março discutiu o assunto e encaminhou uma reunião entre a comissão formada pelos remanescentes do concurso e a secretária de educação municipal Ângela Maria de Brito. Os profissionais esperam finalmente resolver a situação com a SEMED (Secretaria Municipal de Educação).

No total, seriam 200 vagas para os três cargos, todos com exigência de nível médio e salário de R$ 881,40 para carga horária de 40 horas semanais, e atuação nos Ceinfs. As vagas, no entanto, foram retiradas do edital por não atenderem a recomendação do MEC. Desde então, os aprovados lutam pelo enquadramento das funções.

Em 2013, o então prefeito Alcides Bernal, remanejou estas mesmas vagas, usando uma nova nomenclatura: monitor de alunos e com salário abaixo do anunciado. Seriam 200 vagas para os três cargos, todos com exigência de nível médio e salário de R$ 881,40 para carga horária de 40 horas semanais. Até o momento nada foi reslvido. 

De acordo com um dos representantes da Comissão dos Remanescente, que preferiu não se identificar, o Ministério da Educação exige nível superior, o magistério,  para lecionar na Educação Infantil, dificultou o trabalho de cuidadores. Agora, cargos de nível médio não são mais aceitos. “É por isso que nós queremos o enquadramento da nossa função nesse edital. Depois de algumas conversas nós estamos confiantes de que vamos conseguir”, disse.


Atualmente a demanda por vagas em Ceinfs é grande. Cerca de 12 mil crianças aguardam vaga nos centros de educação. Além disso, profissionais que atuam nos centros de educação reclamam do déficit de profissionais e o acumulo de tarefas. "É dificil pra gente saber que as vagas são necessárias, que nós fomos aprovados, mas que não podemos assumir. É uma situação muito complicada", disse o educador.

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