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Cidades

17/05/2015 11:56

Atrasos em pagamentos deixam escolas da Reme sem projetos de ensino integral

Escolas da Rede Municipal de Ensino de Campo Grande estão sem executar o programa Mais Educação em 2015. O projeto é responsável por ampliar a jornada dentro das instituições oferecendo grade mais ampla de ensino, além de facilitar a vida de pais e responsáveis que trabalham em período integral e não tem com quem deixar as crianças.

De acordo com denúncias de pais, que preferiram não se identificar, a justificativa da direção do colégio é que a verba para execução do projeto não foi repassada. Entre as unidades que ofereciam o serviço no ano passado, e ainda não tiveram as atividade retomadas neste ano, está a escola municipal Marina Couto Fortes, localizada no bairro Guanandi, na região sul da Capital.

O Programa Mais Educação foi instituído pela Portaria Interministerial n.º 17/2007 e integra as ações do Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE), como uma estratégia do Governo Federal para induzir a ampliação da jornada escolar e a organização curricular, na perspectiva da Educação Integral.

Em 2013, o Ministério da Educação (MEC)  realizava repasses de R$ 3 mil a R$ 9 mil, em cota única, para que as escolas que aderissem ao programa investissem em atividades da jornada ampliada e da educação integral.

Por meio da assessoria de imprensa, a Prefeitura de Campo Grande admitiu  que algumas escolas estão sem o programa, já que dependem de repasses do governo Federal que ainda não foram efetuados. No entanto, nove unidades educacionais já receberam a verba e nelas o programa será restabelecido, porém sem data definida.

As seguintes unidades já tiveram o programa retomado: E.M. Carlos Vilhalva, E.M. Professora Marina Couto Fortes, E.M. Irmã Edith, E.M. Maestro João Corrêa, E.M. Professora Eulália Neto Lessa, E.M. Consulesa Margarida Assaf Trad, E.M. Domingos Gonçalves Gomes, E.M. Dr. Eduardo Olímpio Machado e E.M. Professor Fauze Scaff Gattass Filho.

Em outros estado

O programa Mais Educação estaria enfrentando problemas com repasses de verbas em outros estados como Alagoas e São Paulo, desde o ano passado. A segunda parcela referente ao ano 2014 não havia sido repassadas às escolas que aderiram ao programa.  

De acordo com reportagem do site Educação Integral, na ocasião, o Ministério afirmou que, via Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação, havia liberado em 2014, R$ 1,121 bilhão para 49.043 escolas participantes do programa, mas não especificou se a verba era referente à primeira ou à segunda parcela.

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