O tempo seco favorece as queimadas em vegetação e o número dos casos está aumentando no Estado. De janeiro até o final do mês de julho foram registrado 419 incêndios em em Mato Grosso do Sul. Só na Capital foram combatidos 237 focos de incêndios no mesmo período.
A baixa umidade do ar, a vegetação seca e o período do inverno são os fatores que aumentam a demanda do combate ao incêndio, conforme o tenente coronel do Corpo de Bombeiros, Udson Farias de Oliveira. “Uma bituca de cigarro vira combustível. No inverno o matagal fica seco e também ajuda a proliferar o fogo”, explica.

Foto: Deivid Correia.
O vento também contribui a espalhar as chamas e atrapalha a visibilidade dos motoristas nas rodovias. A queima de lixos nos terrenos baldio também é sinal de perigo. De acordo com o tenente coronel Udson, foi criado o Gesif (Guarnição de Combate ao Incêndio Florestal) justamente para atender a demanda nessa época de estiagem.
São quatros homens que trabalham no setor administrativo e são designados para apoiar o trabalho operacional. “Eles formam as guarnições de combate de incêndio florestal e apoiam o combate de incêndio urbano”.
Atear fogo em áreas abandonadas com vegetação seca é crime ambiental que gera multa entre R$ 2 a R$ 8 mil. Caso o fogo causar risco a alguém, a população pode ligar no Corpo de Bombeiros pelo telefone 193. Qualquer denuncia pode ser feita na Semadur (Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano), pelo telefone 156.







