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Cidades

08/02/2015 14:50

Balada funk no Santo Antônio tira o sono de moradores e vira caso de polícia

Aborrecimento

O Empório Santo Antônio, conhecido como espaço alternativo para quem prefere ir à balada para "curtir" o funk, já foi alvo de várias brigas registradas pela polícia. Quem mora no bairro Santo Antônio reclama dos transtornos que a casa de shows leva para vizinhança.

Segundo uma aposentada que mora no bairro há mais de 30 anos diz que o lugar é conhecido por promover festas regadas a bebidas alcoólicas, cigarros e sem fiscalização, menores entram sem dificuldades na casa de shows.

"A grande maioria são adolescentes de outros bairros que chegam em ônibus coletivo no local. Estamos cansados do barulho, às vezes eles brigam dentro da casa noturna, os seguranças os colocam para fora e a briga continua. Meu portão está todo amassado de confusões envolvendo os frequentadores da casa", desabafa. A reportagem preferiu não identificar os entrevistados, para que não haja represálias.

Segundo um outro morador, que mora na mesma rua do Empório Santo Antônio, os populares já fizeram até um abaixo assinado, mas nada foi resolvido. "Pegamos assinaturas das pessoas que moram no bairro, mas nada adiantou. O dono do local possui 'costas quentes', conhece gente poderosa, até políticos", disse.

Foto: Deivid Correia

Para uma funcionária pública que se mudou para o Santo Antônio há 21 anos, diz que depois que a casa de shows foi inaugurada, a paz do local acabou. "É uma tristeza ver os jovens usando drogas, já vi até alguns mantendo relações sexuais na rua, é uma vergonha! O estabelecimento não poderia funcionar, acredito que muitos pais nem sabem o que os filhos fazem. Perto da 'balada' existe um moradia de padres idosos, os coitados não conseguem dormir devido ao volume dos sons dos carros dos frequentadores", explica.

A casa noturna é conhecida  por vários escândalos brigas e tiroteios. "Já vi gente morrendo. A confusão acontece lá dentro, mas os seguranças botam os jovens para fora e a gente que paga por isso, porque ficam  brigando em frente nossas casas", disse outra moradora que não quis ser identificada por medo dos donos do estabelecimento. 

Foto: Deivid Correia

Mesmo com um aviso dizendo que o som automotivo é proibido, populares dizem que a teoria é bem diferente da prática. "De madrugada é um horror, acabou nossa paz. A polícia até passa pelo local quando chamamos, mas nada faz", relata um bancário de 39 anos. 

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