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Cidades

Chuva não causa estragos na Capital, mas deve continuar intensa e rápida

29 fevereiro 2016 - 17h26Por Amanda Amaral

Sol e chuva, temperatura amena e forte calor. As mudanças de clima acontecem em um só dia em Campo Grande, o que é bastante comum nessa época do ano. A chuva que caiu com mais intensidade por volta do meio dia desta segunda-feira (29), depois de uma manhã de céu entre nuvens, chegou a preocupar pelo volume, mas diminuiu rapidamente e não chegou a causar estragos.

Conforme o CIOPS (Centro Integrado de Operações de Segurança), os chamados para atender ocorrências relacionadas à chuva têm diminuído desde o final da última semana, mas é esperado que nos próximos dias a situação se reverta, já que a previsão é de tempestade entre quarta e quinta-feira na Capital. Amanhã, conforme o Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia), no primeiro dia de março também deve chover, e as temperaturas oscilam entre 22ºC e 28ºC.

Nas demais regiões de Mato Grosso do Sul, a maior parte dos municípios em situação de emergência também têm tido uma ‘trégua’, o que dá mais tempo para que os estragos causados em meses anteriores sejam consertados e que as pessoas desabrigadas retornem a seus lares. A informação positiva é do coordenador da Defesa Civil no Estado, Coronel Isaías Bittencourt, que aponta que os danos dos últimos dias foram menores e apenas materiais. “Felizmente, não temos novas famílias desalojadas, o volume dos rios também não está em estado de alerta e não há novas estradas interditadas. O Rio Apa, que inundou há quatro dias, já está voltando ao normal e as pessoas já conseguem voltas para as suas casas”, informou.

Contudo, há exceções e ele chama atenção para o tempo fechado na região sul, como o município de Jateí, que foi prejudicado pela água e registrou erosões grandes no fim de semana. “Também foi mais forte a chuva em Caarapó, a água ultrapassou o Rio Dourados, que cobriu boa parte da BR ali da região, que teve que ser parcialmente interditada durante certo período”, disse.

Segundo o Bittencourt, as 37 cidades que decretaram situação de emergência seguem realizando trabalhos de recuperação das vias com recursos próprios e do Governo do Estado, mas muitas ainda aguardam a verba federal necessária para a reconstrução das pontes. “Ainda não obtivemos a resposta final, apesar de estarmos em estado já avançado de tramitação. Precisamos urgentemente desse recurso para que as pessoas possam retomar suas rotinas e importantes percursos de estrada sejam acessíveis novamente”, finalizou.