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Chuva no meio da tarde na Capital, anuncia chegada do verão

Verão 2014

18 DEZ 2013
Carlos Guessy e Kerolyn Araújo
16h18min
Foto: Geovanni Gomes

Uma forte chuva acompanhada de trovões cai neste momento na Capital. Na região central de Campo Grande, os motoristas dirigem com dificuldades.

Segundo o Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Cptec/Inpe), a previsão é que a chuva atinja 5mm. Os termômetros marcam neste momento 28°C.

Verão 2014

No próximo sábado (21), começa o verão. A estação, marcada pelas elevadas temperaturas e as constantes chuvas segue até o dia 20 de março de 2014.

Conforme o prognóstico para o período, divulgado pela Estação Meteorológica da Universidade Anhanguera-Uniderp, a estação tem o maior regime de chuvas do ano. E as temperaturas apresentam máximas acima dos 30 graus na maior parte de Mato Grosso do Sul.

“Devido ao intenso calor e à alta umidade que se intensificam gradativamente no decorrer do dia, serão frequentes as pancadas de chuva no final da tarde, seguindo pela noite. Essas condições irão se reduzindo em meados de março. Em algumas ocasiões, ocorrerão raios e, excepcionalmente, queda de granizo no centro-sul do MS”, informa o meteorologista da Anhanguera-Uniderp, Natálio Abrahão.

Raios UVA / UVB

A incidência de raios ultravioleta no Estado, até meados de fevereiro, deve ficar acima do índice médio, o que é prejudicial à saúde humana. “Portanto, cuidados na pele e olhos são essenciais”, reforça o meteorologista.

Ele lembra que as temperaturas máximas podem atingir valores elevados em função da forte radiação solar e da verticalidade dos raios com mais horas de sol. “É o chamado fotoperíodo, quando os dias são mais longos, e as noites, mais curtas. No verão, a estação segue chuvosa até meados de março, com algumas irregularidades em microrregiões, tornando as culturas expostas a ameaças de excessos de chuva ou, ainda, de estiagens anormais”.

O período de chuvas e as temperaturas elevadas formam a combinação ideal para o alastramento dos focos de mosquitos e outros insetos. “Esta condição favorável prevê atenção às doenças tropicais, especialmente a dengue, para pessoas, e a ferrugem, nas plantas”, conclui Natálio.

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