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quarta, 23 de setembro de 2020
Cidades

Com apoio do governo, aluna de Campo Grande participa da maior feira de ciências do mundo nos EUA

Thailenny estuda os impactos causados à flora do Cerrado sul-mato-grossense pela Leucen

07 maio 2019 - 11h08Por Dany Nascimento

O governo de Mato Grosso do Sul ajudou a estudante Thailenny Dantas Rezende, de 16 anos, que cursa o 3º ano do Ensino Médio da EE Teotônio Vilela, com um total de R$ 24 mil para participar da feira “Intel Internacional Science and Engineering Fair (Intel ISSO EF)”, que ocorre na cidade de Phoenix, no estado do Arizona, nos Estados Unidos.

O evento acontece entre os dias 12 e 17 de maio e Tahilenny foi selecionado para participar após ficar em 1º lugar da Feira Brasileira de Ciências e Engenharia (Febrace). De acordo com o governo do Estado, a adolescente foi credenciada para representar o Brasil na feira.

Além disso, o professor atendido pelo gabinete da Secretaria de Estado de Educação (SED), terá todos os custos de viagem, totalizando R$9.831,98 em passagens, e diárias totalizando R$14.500,00, atendidos pelo Governo do Estado, por intermédio da pasta. No total, serão gastos R$24.151,98 com o custeio da viagem do professor.

Além do prêmio à estudante, a Febrace destaca o trabalho realizado pelo professor orientador, Vagner Cleber de Almeida, responsável pelo acompanhamento da Thailenny durante todo o processo. Ele foi um dos indicados ao prêmio de “Professor Destaque” e, como forma de reconhecimento pelo trabalho realizado, recebeu o apoio da SED para acompanhar a jovem durante a feira.

Thailenny estuda os impactos causados à flora do Cerrado sul-mato-grossense pela Leucena (Leucaena Leucocephala) – uma planta exótica do México introduzida no Brasil. Na escola estadual, os estudos sobre o assunto começaram em 2015, quando alguns alunos mostraram curiosidade por plantas exóticas e nativas e começaram a pesquisar sobre o tema.

Nativa do México, a Leucena chegou ao Brasil trazida por pecuaristas. A folha era usada para alimentar o gado. Mas por conta da grande produção de sementes e capacidade de dispersão, a planta acabou se espalhando por várias regiões. O resultado da pesquisa da Escola Estadual Teotônio Vilela serve como alerta ambiental e sócio-econômico para controlar o avanço da presença da planta exótica no cerrado.

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