Mesmo com o Governo alegando que não há possibilidades de reajustes para as policiais e bombeiros militares, as categorias decidiram, em assembleia nesta manhã (30), que prosseguirá com as negociações para tentar não entrar em greve. Agora, o desafio é que seja aplicada anualmente a correção inflacionaria, que é obrigatório por Lei.
De acordo com o presidente da ACS (Associação de Cabos e Soldados da Polícia e Bombeiros Militar), Edmar Soares, a nova proposta que será levada ao Governo é a de correção de distorção, para criar uma política de valorização do profissional. "Para eles o reajuste é zero, nós descordamos e vamos tomar as medidas jurídicas para que haja a correção inflacionária", explicou.
A próxima reunião com entre a categoria e os representantes do Governos será no dia 8 de junho, a partir daí outra assembleia com os trabalhadores será agendada. "Eu acredito que tudo deva de findar no mês de julho apenas. Ainda não sei que terá alguma tipo de intervenção, vai depender do que for decido na próxima reunião", concluiu Edmar.
De início, a exigência de um reajuste de 15 a 25%, os servidores estão abertos a negociações. O salário base da categoria é de R$ 3.050, mas os comissionados recebem cerca de R$ 8 mil. Ainda existe a possibilidade de paralisação, o aquartelamento, onde o efetivo trabalha nos batalhões, mas não sai dos quartéis, ou seja, deixa de atender as ocorrências na rua como protesto







