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segunda, 17 de janeiro de 2022 Campo Grande/MS
Cidades

Consumidor pretende gastar entre R$ 50 e R$ 100 nos presentes de Natal

26 novembro 2015 - 17h50Por Alessandra Carvalho

Neste ano, 52,4% das pessoas entrevistadas na pesquisa de intenção de compras da Faculdade Estácio de Sá, de Campo Grande, mostraram que tem têm um rendimento de até um salário mínimo e pretendem comprar presentes  nos valores de R$ 51  e R$ 100.

Já 36,9% das pessoas que ganham entre  dois  e cinco salários mínimos pretendem comprar presentes desta mesma faixa de valor. As pessoas que estão desempregados e não possuem nenhum rendimento, 50% deles também estão pensando em gastar o mesmo valor.

 

A relação entre a pretensão de gastos com presente e o tipo de presente mostra que as roupas compradas em lojas são as favoritas entre os consumidores, tendo mais adeptos entre aquelas pessoas que pretendem gastar até R$ 350.  Representando 39,1%, o eletrodoméstico é mais pretendido por aquelas pessoas que pretendem gastar entre R$ 351 e R$ 550. As viagens em família também foram escolhidas por quem possui intenção de gastar em torno R$ 800, e entrou na avaliação dos 37%.

A preferência geral e nos pagamentos á vista, com exceção dos que tem renda entre 10 e 20 salários mínimos, onde ambas opções apresentam 50% para forma de pagamento, demonstrando um equilíbrio nas preferências por pagamentos à vista e a prazo.

 

Foto: Geovanni Gomes

A faixa de renda que mais se destacou pela preferência de pagamento à vista foi a com mais de 20 salários mínimos que demonstrou 100% de escolha na modalidade de pagamento.  A outra relação entre pretensão de gasto e estado civil, mostra que que a pretensão de gasto entre R$ 51  e R$ 100  tem maior representatividade em todas as categorias de estado civil pesquisadas, principalmente  entre homens e mulheres  que estão solteiros, com 50,54%, e de viúvos com 40%.

 

Os casados a pretensão de gastar entre R$ 51  e R$ 200  se destaca, somando 60,89%. No entanto, os que mais tem pretensão de gasto estão na categoria de viúvos , que tem 40% de chance de gastar mais do que R$ 551.