A suposta crise financeira instalada no executivo municipal e estadual tem atingido diretamente os servidores públicos de Campo Grande e de Mato Grosso do Sul. Tanto no município quanto no Estado, a explicação é uma só: não há recurso suficiente para conceder o reajuste salarial aos trabalhadores. Tanto Gilmar Olarte, do PP, quanto o Reinaldo Azambuja, do PSDB, transferem a responsabilidade para o governo federal.
Diante do embaraço econômico envolvendo os servidores, o Portal TopMídia News fez a seguinte pergunta aos nossos leitores. "Você acredita que a crise financeira realmente impede a Prefeitura de Campo Grande e o Governo do Estado de dar aumento salarial aos servidores públicos"?
As alternativas apresentadas aos participantes foram simples, 'Sim' ou 'Não'. O resultado foi impressionante e demonstrou a total insatisfação da população com os atuais administradores diante da crise que atinge diretamente o bolso dos trabalhadores.
Ao todo, 84% dos participantes informam que a crise financeira 'não' impede a prefeitura e o Governo do Estado em dar aumento salarial aos servidores públicos. Vale ressaltar que ambos os poderes executivos possuem um aporte orçamentário que é votado um ano antes pelo legislativo para ser aplicado no ano vigente.

Os vereadores aprovaram o orçamento de R$ 3.672.045.000 para 2015, o montante representa um aumento de 22,81% em relação ao orçamento de 2014, que foi de R$ 2.990.000.000. Já os deputados estaduais aprovaram a peça orçamentária de 2015 para o Estado, a receita ficou em R$ 13,057 bilhões, um aumento de 8% em relação a 2014.







