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Cidades

19/06/2015 17:41

Depois de dois anos, transformação do Cnec em Ceinf é promessa para 2015

O prédio da rede de escola Cnec (Campanha Nacional de Escolas da Comunidade), localizado na avenida Afonso Pena, no centro de Campo Grande, tem previsão de ser entregue como Ceinf (Centro de Educação Infantil) até o final de 2015. O local foi desapropriado pela prefeitura há dois anos e, mesmo possuindo estrutura escolar para atender alunos, ainda não foi entregue.

A nova promessa de inauguração do local foi dada pelo secretário interino da Semed (Secretaria Municipal de Educação), Wilson do Prado, durante oitiva da CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) das Contas Públicas, no dia 10 de junho.

Conforme Prado, o local deve ser inaugurado até o final do ano, juntamente, com outras cinco unidades de educação infantil. Se entrarem em funcionamento, os locais serão responsáveis pela criação de cerca de 800 vagas para o ano letivo de 2016. Atualmente, o déficit vagas registrado pela secretaria é de 7,5 mil.

Desde que foi desapropriado, em 2013, o local  foi cotado como sede de diversos órgãos, desde Casa da Mulher a Centro de Atendimento ao Cidadão. Depois de quase um ano de impasses, em março do ano passado, ainda durante a gestão do prefeito cassado, Alcides Bernal (PP), foi definido que o Ceinf Eleodes Estevan, instalado na rua Piratininga quase esquina com a rua Bahia, seria transferido para o local.

A mudança pode ampliar em 300 o número de vagas para crianças de quatro meses a cinco anos. Além das 160 crianças já atendidas pela creche central. Ao todo, 13.508 crianças são atendidas nos 96 Ceinf's da Capital.

Em sede própria, a  mudança representaria uma economia de R$ 3,7 mil ao mês, que a prefeitura gasta com o aluguel de onde atualmente funciona o Ceinf da área central. A demora em por em prática a ação contradiz a redução de gastos que a prefeitura alega ser imprescindível.

Desapropriação

O prédio foi alvo de discussão depois que a diretoria da escola tentou vendê-lo por R$ 11 milhões à iniciativa privada, sendo que o terreno foi doado pela prefeitura à Cnec, como contrapartida para o funcionamento de uma instituição de ensino. Depois de 25 anos, a escola fechou as portas e o município ingressou com ação judicial para reverter a doação e recuperar o terreno.

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