O prefeito de Campo Grande, Gilmar Olarte, do PP, voltou a prometer que vai transformar Campo Grande em um "verdadeiro" canteiro de obras. O mesmo compromisso já foi feito e descumprido no ano passado, quando o chefe do Executivo assumiu o comando da cidade, após a cassação de Alcides Bernal, em março de 2014.
Olarte também coloca um prazo para a transformação da Capital: março. De acordo com ele, são "centenas de milhões de reais" já licitados e as obras de revitalização devem começar assim que a chuva der uma trégua.
É importante lembrar que boa parte das obras são heranças de outras administrações, como no caso das empreitas do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) e de mobilidade urbana, garantidas ainda em 2010.
Durante a votação da nova diretoria da Assomasul, na manhã da última sexta-feira (16), o prefeito enfatizou que, em pouco tempo, os problemas das vias esburacadas vão ganhar uma solução, já que entre março e abril as obras de recapeamento devem começar. "Vamos recapear as ruas e estamos buscando, mais 84 quilômetros para julho", disse.
Olarte enfatizou que a cidade precisa reconstruir o asfalto, que está todo deteriorado e como todo dia chove não da tempo para curar qualquer tipo de recapeamento, situação essa que a população não aguenta mais. O prefeito, porém, não comenta sobre os R$ 13 milhões mensais que o executivo gasta com empresas de tapa-buracos.
"Nós já temos um pouco de recursos, algumas dezenas de quilômetros que vão ser recapeados, como as Avenidas Bandeirantes, Brilhante, Cônsul Assaf Trad e outras. Também temos algumas parcerias com o Governo do Estado para ampliar e recapear a chegada até rochedo, talvez duplicar o trecho", comentou. Segundo Olarte, as prioridades são as entradas da capital







